TCE vê inconsistências em contrato de R$ 49,6 mi entre Funfarme e Estado e abre sindicância

O dinheiro foi usado para operacionalização da gestão e execução de atividades e serviços no Lucy Montoro

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) vê inconsistências no contrato de R$ 49,6 milhões entre a Fundação Faculdade Regional de Medicina (Funfarme) e a Secretaria Estadual de Saúde e pede a instauração de uma sindicância.

Dhoje Interior

O dinheiro foi para serviços de operacionalização da gestão e execução de atividades e serviços de saúde a serem prestados pelo Centro de Reabilitação Lucy Montoro de Rio Preto.

Os investigados são o secretário estadual de Saúde Jeancarlo Gorinchteyn, o secretário executivo estadual, Eduardo Ribeiro Adriano, e o diretor executivo da Funfarme, Jorge Fares.

A decisão é da procuradora da Fazenda Jéssica Helena Rocha Vieira Couto, com votos dos conselheiros presidente Renato Martins Costa, do relator Robson Marinho e do conselheiro substituto Samy Wurman.

A sindicância vai apurar a prestação de contas dos recursos transferidos, oportunidade na qual serão verificadas a legalidade e a economicidade dos gastos realizados.

Funfarme

A Fundação Faculdade Regional de Medicina de Rio Preto (Funfarme) informa que não vai comentar sobre o processo em questão, pois a instituição ainda não teve acesso ao conteúdo na íntegra da decisão.

Da REPORTAGEM