SENAI lança plataforma de ensino adaptativo

(Foto: Internet)

Imagine estudar em casa, pelo computador ou pelo celular, numa plataforma que, a partir do que você responde, consegue compreender suas dificuldades e trazer informações e exercícios que vão sanar suas dúvidas. Assim funciona o ensino adaptativo, uma plataforma on-line do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) que adequa o conteúdo do curso de acordo com as necessidades de aprendizagem de cada pessoa, por meio das teorias de conhecimento e das técnicas de inteligência artificial  processando um grande volume de informações.

Esta é a primeira vez que a ensino adaptativo será usada na educação profissional do SENAI e a experiência começa com conhecimentos voltados ao curso técnico de Mecânica, um dos mais procurados. Após navegar nos vídeos, textos e ilustrações, quem está estudando realiza avaliações de múltipla escolha e recebe, na hora, a correção automática. Os resultados das avaliações são utilizados pelo algoritmo da plataforma para identificar o aprendizado e estimar como será o resultado nas próximas avaliações a serem realizadas.

Dhoje Interior

“Ao oferecermos este conteúdo na plataforma de ensino adaptativo, neste período de isolamento social, estamos buscando disseminar conhecimento nesta área que é tão fundamental para a indústria brasileira”, explica o gerente-executivo de Educação Profissional do SENAI, Felipe Morgado.

Segundo ele, tal conteúdo já seria liberado para os estudantes do curso técnico em Mecânica do SENAI. Porém, com as medidas de distanciamento social em vigor em país afora, decidiu-se liberar o acesso à plataforma para todos, sem necessidade de estarem inscritas nos cursos da instituição.

“Queremos que isso atinja um número grande de pessoas de forma imediata. É uma contribuição para que pessoas que não estão podendo frequentar cursos presenciais possam fazer este autodesenvolvimento na área de mecânica. É muito útil também para profissionais que já trabalham na área e querem se atualizar para a retomada do crescimento econômico.”, explica.

Da Redação