SAÚDE FÍSIO – Em alerta mundial sobre a nova variante Ômicron , é momento de acender o pisca alerta pessoal para auto-cuidados e medidores imunológicos em equilíbrio

Descoberta na África do Sul e classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma variante de preocupação (VOC), a Ômicron já está presente no Brasil e em outros 28 países. Ainda faltam pesquisas para determinar sua transmissibilidade, letalidade e resistência às vacinas. Mas o que se sabe até agora é que os sintomas da Ômicron são diferentes dos da Delta, a responsável pela maioria dos casos recentes de Covid-19 no mundo.

De acordo com a médica Angelique Coetzee, (presidente da Associação Médica da África do Sul) os sintomas da Ômicron são mais parecidos com a variante Beta. O cansaço foi o principal motivo que levou as pessoas a procurarem pela a ajuda da médica. Os sintomas mais comuns da Delta eram pulsação elevada, baixos níveis de oxigênio e perda de olfato e paladar.

Dhoje Interior

Segundo ela, os sintomas da Ômicron relatados pelos pacientes foram:

* cansaço;

* dores musculares;

* “coceira na garganta” ou “garganta arranhando”;

* febre baixa (em poucos casos);

 

Uma imunidade adequada é a principal defesa do corpo contra agentes infecciosos, como vírus, fungos, bactérias e até parasitas.

Estar resistente , com uma boa qualidade de saúde e com os medidores imunológicos em alta é fator importante para  vencer a luta contra a doença caudada por qualquer agente externo inclusive a variante Omicron.

Nesta guerra existem agentes capazes de superar o sistema imunológico como é o caso de vírus novos, como o coronavírus. Por ser algo que o organismo não tem conhecimento pré-existente, o corpo tem mais dificuldade para identificar e combater o invasor.

Não existe nada conhecido que combata a doença, seja medicamentos ou alimentos. “Não existe milagre, não existem alimentos protetores contra a infecção do coronavírus. Não há nada comprovado ainda. Porém, sabemos que alguns fatores favorecem e cria uma resistência maior contra a gravidade da doença e pode estar evitando complicações e vencer a batalha da vida com a morte.

 

Sabemos que:

  1. Um pulmão saudável, isto é com uma complacência ideal, uma perfusão adequada no dia a dia, terá mais capacidade de vencer uma sars-cov2, pneumonia e outras doenças respiratórias.
  2. Sabemos através da ciência que a prática regular do exercício físico atua como um modulador do sistema imune, de forma a estruturar progressivamente a resposta fisiológica à minimização do dano. Durante a atividade física, uma série de citocinas pró e anti-inflamatórias são liberadas, há incremento na circulação de linfócitos, assim como no recrutamento celular. Tais efeitos levam ao melhor controle da resposta inflamatória, reduzem os hormônios do estresse, e resultam em menor incidência, intensidade de sintomas e mortalidade frente a ocorrência de infecções virais, especialmente as respiratórias. Diferentes estudos sugerem que o exercício físico regular reduz a mortalidade para pneumonia, e favorece as funções cardiorrespiratórias, resposta vacinal, metabolismo da glicose, lipídeos e insulina. Pesquisadores sugerem que a prática do exercício físico, tanto de forma aguda quanto crônica, apresenta o benefício significativo da modulação da inflamação sistêmica, além de contribuir para controle do peso corporal.
  3. Melhorando o sistema imunológico de forma geral iremos ter um corpo pré disposto a vencer não só a variante Delta, Ômicrom, mas todas que aparecerem, porque um corpo saudável é residente, por isso uma boa imunidade está relacionada a:
  • Boa alimentação.
  • Pratica atividades físicas
  • Dormir bem
  • Não beber álcool e não fumar
  • Consumir 35 ml de água para

cada kilo de peso por dia.

Em resumo, estar com a saúde em dia, fazendo o melhor que pudermos dentro das condições físicas que apresentamos será a melhor saída neste momento! É como preparar um soldado para a guerra, porém, adaptando nosso corpo para ser imbatível, porém, por um inimigo invisível e desconhecido! Mas não podemos ficar parados! Vamos atrás da saúde, dos mediadores imunológicos dos mediadores químicos assertivos dentro do metabolismo para combater esta guerra e sairmos vencedores diante da vida! Desejo saúde e vida longa a todos meus leitores e amigos.

*Dra Sílvia Batista – fisioterapeuta , educadora física , pós graduada em doenças da coluna ,mestre em nutrição internacional pela Espanha .Gestora da Escola da vida natural , criadora do projeto 3DNano de automassagem [email protected] / e-mail [email protected]