Rio Preto ultrapassa 70 mil casos de Covid-19

A Secretaria de Saúde de Rio Preto atualizou na live desta sexta-feira (14) o número de casos de Covid-19 no município. Foram confirmados mais 369 casos, totalizando 70.080 casos. O índice indica que ao menos 15% dos rio-pretenses já tiveram a doença em pouco mais de um ano de pandemia.

A gerente da vigilância epidemiológica, Andreia Negri, falou sobre a velocidade de contágio do vírus na cidade. “Na semana passada havia uma grande preocupação, pois o nosso Rt saltou de 0,991 para 1,025, mas agora caiu para um. Então, nós estamos praticamente em uma estabilidade nesta semana. Conseguimos reduzir os casos, mas ainda estamos em alerta”, explicou.

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A Saúde também contabilizou mais oito óbitos, sendo cinco na quinta-feira, dois na quarta e um na segunda-feira. No total são 2.028 mortes, com uma taxa de letalidade de 2,9%. A média móvel de óbitos está em oito mortes por dia.

“Nosso objetivo é voltar aos patamares de meses anteriores, quando tínhamos um ou dois óbitos, e se possível até zero. A gente precisa mesmo que as pessoas continuem evitando aglomerações e seguindo as medidas de distanciamento para baixar o Rt e controlar a doença, juntamente com a vacinação”, explicou Andreia.

Rio Preto conta com 62.060 pessoas curadas, o equivalente a 88,6% dos casos. Atualmente são 783 pessoas internadas na cidade com síndrome respiratória aguda grave (SRAG), com 383 em UTI e 400 em enfermaria, sendo 389 residentes de Rio Preto e 394 de outros municípios da região. Dentre os casos já confirmados de Covid-19 são 606 internações, com 332 na UTI e 274 na enfermaria. A taxa de ocupação em leitos de UTI em Rio Preto é de 84% e na região é de 79,5%.

Andreia ainda falou sobre a possibilidade de uma terceira onda no município. “Para termos certeza de que não teria uma terceira onda, precisaríamos ter uma cobertura vacina bastante alta, o que não depende do município e sim de recebermos doses suficientes. Então, uma terceira onda é sim possível, por não termos uma alta cobertura vacinal, por circulação de pessoas e aglomerações e pela possibilidade de termos novas variantes”, afirmou.

Por Vinicius LIMA – redação Jornal DHoje Interior