Projeto rio-pretense já tem mais de 80 espécies de árvores plantadas

Área fica próxima à Represa Municipal

Enquanto o governo federal pensa em destruir e acabar com a nossa Floresta Amazônica, na contramão do que o governo vem fazendo com a floresta amazônica, o Presidente do Sindicato dos Empregados em Turismo e Hospitalidade de São José do Rio Preto e Região – SETH, Sergio Paranhos, mostra que é possível ter atitudes diferente e através de pequenas ações é possível reflorestar, conservar ou até formar novas e pequenas florestas.

Com uma iniciativa realizada em julho de 2014, ele, em parceria com a secretária do meio ambiente na época, realizou o plantio de aproximadamente seis mil mudas de arvores no Clube de Campo do Sindicato, mudas estas que já se transformaram em arvores médias e que nunca mais poderão ser desmatadas, cortadas e terá que ser protegida para sempre. “Com isso já presenciamos vários animais, aves e outros seres vivos que antes não estavam no local mas agora já estão voltando ao seu antigo lar, é com orgulho que este projeto saiu do papel e conseguimos realiza-lo com excelência”, diz ele.

De acordo com o presidente do Seth, mais de 80 árvores frutíferas foram plantadas no local e a maior parte delas conseguiu crescer. “Podemos hoje refletir que a iniciativa foi um total sucesso, muitos só pensam em destruir nossas ricas florestas, nós representantes e autoridades do SETH pensamos em conservar, formar e contribuir com a natureza da melhor forma possível”, finaliza o sindicalista
Saiba por que a floresta amazônica é tão importante para o nosso meio ambiente e porque devemos conserva-la:

A Floresta Amazônica é abundante em vários recursos e funciona como um grande reator para o equilíbrio da estabilidade ambiental do planeta. Com o desmatamento e queimadas na região, as árvores liberam em torno de 200 milhões de toneladas de carbono por ano. Seus vegetais são responsáveis por liberar aproximadamente sete trilhões de toneladas de água para a atmosfera, no processo de evapotranspiração e o Rio Amazonas desagua 20% de água doce no Oceano Atlântico a cada ano.

Extrativismo
São coletas de produtos naturais e uma forma sustentável de extrair produtos da floresta sem afetar o meio. Os principais produtos extraídos da floresta são: óleos, sementes, frutos, peixes, etc. As populações indígenas foram as primeiras a utilizar os recursos de forma consciente.

Estima-se que hoje, cerca de cinco milhões de famílias sobrevivem da Floresta Amazônica com o extrativismo, mas nem sempre foi assim. Na segunda metade do século XIX, quando começou o ciclo da borracha na Amazônia, o extrativismo era feito de forma desenfreada, os seringueiros (trabalhadores nordestinos que fugiam da seca) coletavam a borracha que era enviada pelos seringalistas para os Estados Unidos e Europa.

 

Da Redação

COMPARTILHAR

SEM COMENTÁRIOS