Prefeitura volta com radares móveis; Câmara aprova obrigação de aviso ao motorista

O vereador Anderson Branco teve aprovado na sessão desta terça-feira (14) o Projeto de Lei (PL) que obriga a sinalização vertical e horizontal antes de toda fiscalização de velocidade efetuada por meio de lombada eletrônica, radar móvel e radar fixo nas ruas de Rio Preto.

De acordo com o PL, a sinalização deverá ser feita por placas ficas e pintura de solo, observando a legislação nacional de trânsito e demais normas regulamentadoras. Já no caso dos radares móveis, a sinalização deverá ser móvel.

Dhoje Interior

O texto do projeto ainda especifica os dizeres da sinalização e a qual distância deverá ser colocado o aviso. Para ruas onde a velocidade máxima permitida é de 30 ou 40km/h, a sinalização deverá ser colocada com, pelo menos, 50 metros de antecedência do radar ou da lombada, contendo os dizeres: “Atenção: radar a 50 metros”.

Nas vias onde a velocidade permitida é 50 ou 60km/h, a instalação do aviso deverá estar a 100 metros de distância, com os dizeres: “Atenção: radar a 100 metros”.

Fica proibida a aplicação de multas por radar móvel, fixo ou lombada eletrônica que não estiverem sinalizados conforme o que está previsto no projeto.

“Trata-se de um projeto que com como objetivo orientar a população sobre a correta velocidade permitida nas vias, já que, às vezes, na mesma via há mudança na velocidade permitida, causando dúvida e enorme embaraço ao munícipe”, explica o vereador.

Como o PL foi aprovado já no mérito, agora segue para a Prefeitura sancionar ou vetar.

Radares Móveis

Também nesta terça-feira (14) a Secretaria de Trânsito, Transportes e Segurança de Rio Preto informou que a fiscalização por meio dos radares estáticos (móveis) em ruas e avenidas da cidade será retomada na próxima segunda-feira (20).

“Também terá início a fiscalização por meio das lombadas eletrônicas listadas abaixo, assim como duas novas localizações de radar fixo. A fiscalização por meio dos demais radares fixos segue normalmente”, comunicou a Prefeitura.

Por Andressa ZAFALON