Polícia prende seis por tráfico e furto de maquinário em construção civil

Foto Divulgação Polícia Civil.

Na manhã desta segunda-feira (10), policiais civis do DEIC (Departamento Estadual de Investigação Criminosa) de Rio Preto realizaram uma operação a fim de prender membros de uma organização criminosa da cidade que agia traficando drogas, furtando e revendendo maquinário e materiais de obras de construção civil.

As investigações foram conduzidas pela DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes), subordinada ao DEIC.

Dhoje Interior

Durante a operação, a equipe descobriu indícios de que os criminosos tinham parceria no furto de maquinários e materiais de construção de um canteiro de obras de um condomínio de apartamentos populares que está sendo construído no Jardim Itapema, região norte de Rio Preto.

Quatro homens da quadrilha foram identificados e presos temporariamente. Na casa deles foram encontradas grande quantidade de ferramentas, muitas delas de valores expressivos e vários materiais de construção, além de porções de cocaína com um deles, que foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

Um quinto homem foi identificado, confessou a participação nos crimes e foi preso em flagrante por associação criminosa. A polícia descobriu que este homem guardava parte dos objetos furtados no estabelecimento pertencente a um amigo. Foram até o local e encontraram mais ferramentas, apreendidas, e o amigo, por guardar objetos furtados, foi preso por receptação.

No total, seis homens – todos maiores de idade – foram presos. Participaram no apoio ao cumprimento dos mandados de prisão e busca a Delegacia de Homicídios, a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e o GOE (Gerência de Operações Especiais).

O delegado Allan Soares, responsável pela operação, informou que ainda não sabe o valor total que os furtos representam. “São maquinários muito específicos. Inicialmente os próprios autores falaram em R$30 mil, no entanto, suspeitamos que nem eles têm noção do valor de cada coisa. Já notificamos a empresa proprietária dos objetos e só assim teremos uma noção real do valor total”.

Foto Divulgação Polícia Civil.

Por Andressa ZAFALON