Pesquisa indica que 96% pretendem continuar usando álcool gel pós-pandemia

Há mais de um ano o mundo vive um cenário que antes era desconhecido por todos e com o impacto, o álcool gel passou a ser um dos maiores aliados na prevenção contra o Covid-19.

A empresa Hibou, especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, realizou um estudo que revela como serão os hábitos e comportamentos com a vacinação e o fim do isolamento.

Dhoje Interior

O álcool gel se tornou necessário para a maioria das pessoas, por isso, 96,4% das pessoas disseram que vão continuar utilizando o produto mesmo no período pós-pandemia. O mesmo estudo também revelou que apenas 60,7% das pessoas pretendem continuar usando máscara quando chegar o fim do isolamento.

A saúde física e mental tem um peso ainda maior quando toda a população mundial se encontra em isolamento social por mais de um ano. No Brasil, a pesquisa também mostrou que no período pós pandemia ainda serão hábitos atividades como exercício físico ao ar livre para 58,9%, tomar vitaminas diariamente para 58,3%, meditação para 28,2% e dormir mais para 74% dos participantes da pesquisa.

No setor de cultura, para atividades que precisam ser feitas fora de casa, o cenário não é dos melhores. Apesar de ser uma fatia pequena dos que possuem o hábito de realizá-las de acordo com o novo normal, ou seja, de maneira on-line, como visitar museus (21%), assistir à peças de teatro (16,2%) e fazer cursos (64,2%), em todos os três casos, mais da metade continuará com a prática sem cair de casa.

Os números são bons para o streaming. Dos que assinam três ou mais serviços, 79,5% deve continuar com as assinaturas. Outras atividades devem se manter forte com o fim da pandemia, é o caso dos que leem livros e revistas (99%), dos que fazem maratona de seriados (96,8%), jogam pelo celular (94,2%), ouvem podcasts (93,8%) e jogam games de console (88,85).

Estar em casa, mesmo com as necessidades e os desafios do dia a dia, fez com que as pessoas se conectassem mais. Se conectaram mais com pais e filhos (90,5%), realizaram pequenos reparos domésticos (79,9%), reservaram um tempo maior para hobbies (83,1%) e fizeram trabalhos manuais (58%). Para todos esses, o índice de continuação desses hábitos ficou acima dos 90%. O cenário oposto ficou com as aulas híbridas das crianças, dos 35,5% que mantém essa rotina, apenas 52,1% seguirá o mesmo regime.

Um total de 2.824 brasileiros respondeu a pesquisa de forma digital, entre 25 e 31 de abril de 2021, garantindo resultado com 1,84% de margem de erro. A pesquisa engloba todo o Brasil, níveis de renda ABCD e todas as faixas etárias.

Da REPORTAGEM