Pandemia faz crescer faturamento em até 70% no setor de sanitização

Empresas de sanitização tiveram um aumento de 70% no faturamento com a pandemia - Foto Divulgação

A tentativa de diminuir os riscos de contaminação pelo coronavirus está impulsionando o mercado de sanitização. Empresas do ramo multiplicaram os atendimentos, e a procura fez crescer 70% no faturamento. A sanitização no mercado é feita de várias formas, como a aplicação de produtos químicos, oxi sanitização.

Márcio de Freitas Mendes proprietário da empresa Limper Line, que atende há 18 anos em Rio Preto, conta que no início da pandemia desenvolveram o sistema de sanitização onde utiliza equipamentos adequados e produtos com laudos da Unicamp contra o coronavírus, e um residual de até 14 dias de proteção. “Esse residual fica uma névoa na superficie e fica uma proteção,” afirma.

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Márcio destaca que o serviço cresceu bastante e a empresa tem um setor que ministra cursos de sanitização de ambiente, que já foram vendidos mais de 560 no Brasil e na América Latina.

“Em Primavera do Leste  o faturamento aumentou em 500% e em Rio Preto aumentou cerca de 70 % a 80% a procura,” conclui.

A oxi-sanitização é um processo realizado por equipamento que transforma a molécula de oxigênio em ozônio e passou a ser uma opção de higienização interessante para todos os ambientes seja em móvel, estofados e sofás, carros, residências e empresas. A tecnologia proporciona a higienização de ambientes, remove o cheiro de mofo e é efetivo para pessoas alérgicas. Este procedimento não tem cheiro e nem prejudica o móvel ou tecido. O Oxi vem de Ozônio e a Sanitização vem do sinônimo de Higienização.

Para realizar a oxi sanitização e ter êxito na eliminação de microrganismos, sempre deve ser levado em conta o tamanho do ambiente tratado e o equipamento gerador de ozônio que será utilizado. Em uma residência comum segundo Márcio o serviço de sanitização custa em torno de R$149,00 e se for empresa, indústria, a cobrança geralmente é feita por metro quadrado que seria de R$0,70 até R$2,00 o metro quadrado.

A dona de casa Maria Aparecida Viana, 57 anos, moradora do bairro Vila Maceno em Rio Preto, disse que já contratou o serviço depois que a filha e a neta pegaram o coronavírus.  “Eu gostei muito do serviço e me sinto segura de alguma forma,” afirma.

Empresas de Sanitização tiveram um aumento de até 70% no faturamento com a pandemia – Foto Divulgação 

 

Janaína PEREIRA – Redação Jornal DHoje Interior