Maior programa de intercâmbio da Europa conecta Faceres a 37 países

O intercâmbio é o ERASMUS (European Region Action Scheme for the Mobility of University)

A Faculdade de Medicina da Faceres foi escolhida e credenciada para o convênio internacional ERASMUS (European Region Action Scheme for the Mobility of University Students – Plano de Ação da Comunidade Europeia para a Mobilidade de Estudantes Universitários), o maior programa de intercâmbio da Europa.

É um plano de gestão de diversas administrações públicas, que apoiam e facilitam a mobilidade acadêmica dos estudantes e professores universitários através do mundo inteiro. Para o médico e diretor da Faceres, Toufic Anbar Neto, o ERASMUS conecta a FACERES a mais de 4.000 centros universitários em todo o mundo.

“É uma vitória concretizar esse convênio que nos possibilita a parceria com faculdades de medicina da comunidade europeia. Isso permitirá que alunos e professores venham para nossa instituição e que os nossos docentes e discentes tenham a possibilidade de ir para universidades europeias”, disse o diretor.

O Programa Erasmus Mundus é um projeto de cooperação e de mobilidade, na área do ensino superior, financiado pela União Europeia. Destina-se a melhorar a qualidade e a capacidade das universidades europeias para a competição e cooperação internacional, e promover a compreensão intercultural, através da colaboração com países de fora da União Europeia e da Europa.

O acordo é feito de forma bilateral entre 2 universidades – uma europeia e outra de países de outros continentes. A IES europeia é quem deve submeter a proposta para a comissão europeia e, uma vez aprovada, ela coordena o programa e o financiamento. As candidaturas não definidas pela universidade de origem. Não é online.

Alunos e professores da Faceres e outras faculdades de medicina dos 37 países europeus estão no programa. Os participantes estudam por pelo menos 3 meses ou fazem estágio por um período de 2 meses a um ano acadêmico num outro país. Este programa garante que o tempo de permanência no exterior seja reconhecido pela universidade no retorno, desde que cumpram os termos previamente acordados.

Da REPORTAGEM