‘NOS BASTIDORES DA POLÍTICA’ – Vice Rodrigo anuncia recurso para pesquisa

Recurso para pesquisa

O vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) anunciou na última terça-feira, em Campinas, recurso de R$ 52 milhões para investir nos institutos de pesquisas ligados à Secretaria de Agricultura. Garcia disse que o investimento em pesquisas é essencial para que o estado e o Brasil continuem sendo referência no setor do agronegócio para o mundo. “Foi daqui que saiu uma iniciativa da Embrapa e outras tantas que transformou o Brasil uma potência do agronegócio”, lembrou. O secretário de Agricultura, deputado licenciado Itamar Borges (MDB), também enalteceu a ciência no desenvolvimento da produção de grãos e da pecuária no País. Borges afirmou ainda que a ciência é fundamental até para enfrentar os desafios climáticos. “Esse é um recurso complementar que vem fazer a diferença para esse momento”, reconheceu, acrescentando que a agricultura só avança através de pesquisas realizadas pelos institutos. Na foto, Rodrigo Garcia e Itamar Borges.

Dhoje Interior

Solta

O governador João Doria (PSDB) ‘soltou’ o neotucano Rodrigo Garcia para representá-lo em eventos importantes com o objetivo de fortalecer o nome dele, que irá postular a cadeira no Palácio dos Bandeirantes, em 2022. O vice-governador, entretanto, tem que acelerar suas andanças pelo interior do estado, porque pesquisas revelam que ele ainda é desconhecido por boa parte do eleitorado paulista. Estrutura não falta!

Abrupta

A Secretaria da Educação liberou os alunos da rede municipal de ensino para férias, com previsão de retomar as aulas a partir de 2 de agosto, já no sistema presencial. Só que, de forma abrupta, as aulas foram retomadas no sistema online, na última terça-feira. A decisão pegou pais de alunos desprevenidos, porque muitos estão viajando. Nesse imbróglio todo, os alunos continuam sendo os mais prejudicados. Ah, pandemia!

Ruptura

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que não há nenhuma possibilidade de ruptura institucional, se o voto impresso não for aprovado. “A gente sempre trabalha para apaziguar (os ânimos)”, diz. Sobre o risco de golpe, Lira descartou a possibilidade. “Uma palavra mal posta sempre causa polêmica”, disse ontem em entrevista à Globo News, se referindo as declarações do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segura

A comissão especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que torna o voto impresso obrigatório, volta a ser debatido após o recesso parlamentar. Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), presidente da comissão, postergou para 5 de agosto, a fim de receber mais sugestões. Apesar do empenho do governo, a tendência é de que a PEC seja rejeitada. O presidente Arthur Lira diz que a urna eletrônica é segura!

Soberba

Os vereadores aprovaram projeto na sessão de terça-feira que empurra para o fim da fila espertalhão, que escolhe marca de vacina famosa não disponível nos postos de imunização. Em São Paulo, um cidadão exigente acabou contraindo a infecção e ficou com sequela neurológica, segundo um infectologista da Capital. A proposta, do vereador Paulo Pauléra (PP), se sancionada pelo Executivo, poderá acabar com a soberba!

Chega a fatura

As mudanças climáticas previstas pelos cientistas chegaram: chuva matando na Europa, calor no Canadá e em outras regiões do planeta. O efeito do desmatamento, gás poluente na atmosfera, também influencia o clima no Brasil. As mudanças não são naturais, dizem os cientistas, mas devido a interferência do homem na natureza. A população de Rio Preto sente na pele a resposta da ação nefasta do homem. A fatura chegou!

Ficar em pé

A gestão do ex-ministro Ricardo Salles foi nociva ao meio ambiente, porque desmantelou o sistema de fiscalização do Ibama, permitindo a aceleração da destruição da selva amazônica. O atual ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite, até agora não apresentou nada de novo para proteger as florestas. Pereira assumiu o ministério para terminar o serviço iniciado pelo seu antecessor? É o que vislumbra! Os cientistas afirmam que dá para reverter as mudanças climáticas, porém, terá que recuperar as áreas devastadas e reduzir a emissão de gases que causam o efeito estufa. Uma floresta pode ser dizimada em poucos dias, entretanto, custa caro e leva décadas para ser recuperada. É melhor ficar em pé!

Por Venâncio de MELLO – Redação jornal DHoje Interior