‘NOS BASTIDORES DA POLÍTICA’ – Pauléra espera que o Conselho de Ética não seja acionado

Conselho preparado

Paulo Pauléra (PP, foto), que será confirmado como presidente do Conselho de Ética na sessão de hoje, prevê que é pouco provável que terá de enfrentar quebra de decoro parlamentar para apurar denúncia contra algum vereador. “A Câmara é tranquila, mas o conselho tem que estar preparado para apurar possível desvio de conduta de algum vereador”, diz. Segundo ele, se tiver alguma denúncia tudo tem que ser apurado com base em relatório, sem pré-julgamento. “O objetivo é que não seja acionado nunca”, espera. Membros do conselho: vereadores Bruno Marinho (Patriota), Anderson Branco (PL), Celso Peixão (MDB) e Jorge Menezes (PSD).

Dhoje Interior

Normal

O grupo de vereadores ligado ao prefeito Edinho Araújo (MDB) ficou com a maioria das vagas no Conselho de Ética. O mesmo aconteceu com as comissões permanentes que, das 23, o grupo abocanhou 21. Para o presidente da Câmara, Pedro Roberto Gomes (Patriota), isso não afeta em nada o andamento dos trabalhos, porque o prefeito foi eleito com a maioria dos vereadores. “Não prejudica de forma alguma”, diz.

Filiação

O ex-comandante do CP-5 da Polícia Militar Azor Lopes se filiou ao Patriota ontem para reforçar o quadro do partido para disputar as eleições no ano que vem. A meta, ainda não revelada oficialmente pelo partido, seria a disputa das eleições para deputado federal. Azor disputou vaga na Câmara Federal no processo eleitoral promovido em 2014, pelo extinto PRP, hoje, Patriota, quando obteve cerca de 15 mil votos.

Projeto

O presidente do Patriota, Ulisses Ramalho, diz que Azor Lopes volta à sigla com o intuito de participar de um projeto maior nas eleições em 2022. “Veio para fortalecer o grupo no município e no Estado, que envolve um projeto maior também para 2024”, diz. Significa que o Patriota está se estruturando para disputar as eleições majoritárias em 2024. A ficha foi chancelada pelo presidente estadual da sigla, Ovasco Resende.

Tremular

A carreata promovida no último domingo contra o governo Jair Bolsonaro (sem partido), no “Fora Bolsonaro”, estava ‘recheada’ de bandeiras vermelhas de partidos políticos de esquerda. A cor vermelha afugenta as pessoas que não são ligadas aos partidos. Os manifestantes deveriam ter levado a bandeira do Brasil, fazer ela tremular bem alto em resposta ao presidente de que ela pertence ao povo brasileiro.

Ineficiente

Neucimar Fraga (PSD-ES) apresentou projeto que acaba com a possiblidade de concessão de saída temporária para os condenados que cumprem pena em regime semiaberto. Ele é concedido aos presos que preenchem alguns requisitos, como bom comportamento, e apenas em algumas situações, como visita à família ou para estudar. Para o deputado, o benefício já se mostrou ineficiente para reintegrar o preso à sociedade.

IPTU Verde

O plenário da Câmara analisa quatro vetos do Executivo e cinco projetos de iniciativas dos vereadores, na sessão que será promovida hoje. Entre os vetos, está o que rejeitou o projeto “IPTU Verde”, de Pedro Roberto Gomes (Patriota), que concedia desconto do imposto ao contribuinte que adotasse medidas de preservação ambiental. A proposta é ilegal porque renuncia receita, que não compete ao legislador.

Conselho preparado

Paulo Pauléra (PP, foto), que será confirmado como presidente do Conselho de Ética na sessão de hoje, prevê que é pouco provável que terá de enfrentar quebra de decoro parlamentar para apurar denúncia contra algum vereador. “A Câmara é tranquila, mas o conselho tem que estar preparado para apurar possível desvio de conduta de algum vereador”, diz. Segundo ele, se tiver alguma denúncia tudo tem que ser apurado com base em relatório, sem pré-julgamento. “O objetivo é que não seja acionado nunca”, espera. Membros do conselho: vereadores Bruno Marinho (Patriota), Anderson Branco (PL), Celso Peixão (MDB) e Jorge Menezes (PSD).

Depósito de terra

A Secretaria do Meio Ambiente concedeu alvará para uma empresa depositar terra numa área ao lado do Condomínio Jardim Primavera, no Jardim Yolanda, sem consultar os moradores que agora se sentem prejudicados por causa da poeira no momento em que os caminhões-caçamba (foto) despejam a terra no local. Os moradores reclamam ainda que o asfalto, recapeado no ano passado, corre o risco de ser destruído por causa do sobrepeso dos caminhões. “É uma irresponsabilidade liberar uma área cercada por prédios para depósito de terra”, reclamou a moradora Júlia Silveira.  Com a palavra a secretária Kátia Penteado…

Por Venâncio de MELLO – Redação jornal DHoje