Lojistas do setor de carros dizem que com o aumento do ICMS a tendência é que eles fechem

O protesto foi pacífico, saindo da Avenida Philadelpho Gouveia Neto, passando pela Avenida Bady Bassit, em frente à Receita Federal, posteriormente o trajeto seguiu pela Avenida Alberto Andaló, passando em frente a Prefeitura_Guilherme BATISTA

O protesto aconteceu por conta do aumento do ICMS deste setor, que chegou na casa dos 207%. De acordo com o diretor da Alva (Associação dos Lojistas de Veículos Automotores), João Francisco Pereira Neto, o governo estadual quase triplicou o valor do ICMS. “Estou no ramo há mais de 30 anos e tá ficando inviável trabalhar. Pra se ter uma ideia, um carro de R$50 mil reais, só de ICMS ele tem R$3 mil”, explica o diretor.

De acordo com a Alva, são mais de 13 mil lojas cadastradas no estado de São Paulo, mais de 150 mil empregos diretos, sem contar os indiretos, como oficinas, lava-jatos e outros prestadores de serviços. “Em Rio Preto são mais de 200 lojas e mais de 10 mil empregos diretos. Com esse aumento a maioria vai fechar, fica inviável trabalhar”, enfatiza João Francisco.

Dhoje Interior

O protesto foi pacífico, saindo da Avenida Philadelpho Gouveia Neto, passando pela Avenida Bady Bassit, em frente à Receita Federal, posteriormente o trajeto seguiu pela Avenida Alberto Andaló, passando em frente a Prefeitura.

Segundo o jurídico da Alva, representado pelo Dr. Éder Vasconcellos, “A nossa Associação faz parte da Fenauto ( Federação Nacional de Automóveis) e representantes de lá já estão falando diretamente com o governo estadual a respeito dos protestos e da nossa indignação. Vamos enviar fotos e notícias do protesto de hoje pra que isso também chegue ao governo estadual”, finaliza Dr. Éder.

Por Andressa  Zafalon – Redação Jornal DHoje Interior.