Evento reúne lendas do Rio Preto em homenagem

Foto: Vinicius Lima

Torcedores e ex-dirigentes do Rio Preto Esporte Clube realizaram neste sábado (23) um reencontro de ex-jogadores no Rio Preto Automóvel Clube. O evento foi focado em resgatar a história e relembrar os times de 1971 e 1973, considerados dois dos mais emblemáticos da história do Jacaré.

“Essa ideia foi em função de várias homenagens que nós já vínhamos fazendo. Fizemos também essa homenagem pensando no Rubens Minelli, um dos maiores técnicos do Brasil, que depois que saiu do Rio Preto ganhou diversos título nacionais e estaduais, lançou Paulo Roberto Falcão no Internacional. Ele é faz parte da história do Rio Preto, assim como todos os atletas”, comentou Ulisses Jamill Cury Filho, um dos organizadores e filho de Ulisses Jamil Cury, presidente do esmeraldino na década de 60.

Dhoje Interior

O empresário e ex-presidente Suélio Ribeiro, os ex-vices, Márcio Haddad e Márcio Mendonça, além dos ex-diretores José Cury Megid, o Zelão, Luis Carlos  de Souza, Guimarães Ortega também fizeram parte da organização.

A organização entregou camisas personalizadas com autógrafos dos jogadores e brindes. Rubens Minelli, com 92 anos, não pode participar presencialmente, mas gravou um vídeo elogiando o clube. A esposa do já falecido ex-treinador Carlos Alberto Silva, que também marcou época no Rio Preto, também mandou um recado, assim como o ex-jogador Vilson Taddei, um dos maiores ídolos do Rio Preto.

O ex-zagueiro Jacintho Angelone foi campeão de um torneio equivalente a Série A3 em 1963 pelo Rio Preto e depois trabalhou com funcionário do clube. Ele ficou feliz com a homenagem. “É uma surpresa para todos os jogadores. Vi amigos que não via há mais de 50 anos e para mim é um motivo de satisfação. Passei 24 anos no clube e estou muito feliz pelo que estão proporcionando para nós”, comentou.

“Essa comemoração é do pessoal de 1971 e 1973, que marcou uma divisória no Rio Preto, que deixou de ser um time pequeno para ser mediano. Foi uma geração muito boa para o Rio Preto e bom para nós jogadores. A homenagem é uma coisa fantástica neste momento de dificuldade do clube e acreditamos em um futuro promissor do Rio Preto”, afirmou o goleiro Adilson “Bussada”, um dos jogadores da década de 70.

Por Vinicius LIMA – redação Jornal DHoje Interior