Comércio inicia contratações de temporários em novembro

No dia 24 de dezembro véspera de Natal o comércio funciona das 9h Às 18h - Foto Arquivo Claudio Lahos

Com a proximidade das festas de fim de ano, as vagas de trabalho temporário costumam ser a oportunidade para conseguir se recolocar no mercado ou até conseguir uma renda extra.

Em Rio Preto, segundo o Sincomércio (Sindicato do Comércio Varejista), devem ser abertas 1.800 vagas temporárias no comércio e no varejo em geral este ano. Em 2018, foram apenas 800 vagas.

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As oportunidades são nas mais diversas áreas de segmento: loja de roupas, de calçados, brinquedos, shopping e supermercado. As contratações ficam por parte de cada empresa. Elas podem admitir por meio do próprio departamento de recursos humanos do estabelecimento ou por uma empresa terceirizada.

De acordo com a gestora de Recursos Humanos, Mariana Franca, para conseguir uma vaga temporária neste período, o currículo deve chamar a atenção.

“O efeito deve ser o mesmo de um outdoor na rua. O contratante tem que bater o olho e selecionar para leitura, porque é nesta época que as empresas ficam abarrotadas de currículos. Qualquer oportunidade de se destacar é uma vantagem”, justificou.

Outra dica da especialista é procurar vagas que tenham a ver com sua experiência e sua vocação. “Às vezes, o candidato tem um potencial para coisas que nem ele imaginava e essas ocupações pode se transformar em um talento para gerar renda. Não adianta atirar para todos os lados. É preciso ter foco”, disse Mariana.

Por ser um trabalho temporário, algumas pessoas não costumam levar essas vagas tão a sério e durante o período, a postura do profissional será avaliada, por isso é importante tratá-lo como se fosse algo permanente. “Comprometimento, pontualidade e dedicação são as palavras a serem trabalhadas durante essa experiência. O que não pode acontecer é desanimar”, explicou a gestora de RH.

As lojas devem começar as contratações no início de novembro, por isso a pessoa deve ficar atenta à abertura das vagas e distribuir currículos pelas lojas do Calçadão, dos shoppings e até supermercados.

Por Vinícius LOPES