Para GCM, maioria dos rio-pretenses respeitou lockdown e ficou em casa

Vitor Cornachioni, Diretor da GCM de Rio Preto.

Neste primeiro final de semana de lockdown, a Guarda Civil Municipal (GCM) destacou que houve muita consciência e colaboração por parte da população rio-pretense. “A população rio-pretense foi consciente e entendeu o momento da pandemia que estamos vivendo. Durante a fiscalização noturna, notamos uma queda drástica de veículos circulando no município”, disse Vitor Cornachioni, Diretor da GCM.

O DHoje questionou a GCM sobre a diminuição de flagrantes de festas clandestinas, haja vista que antes a média era de pelo menos três festas debeladas no fim de semana e neste foi apenas uma. “A fiscalização intensa, com o apoio de vários órgãos, o valor alto da multa e a conscientização da maior parte da população, que entendeu a situação crítica dos hospitais, tudo isso colaborou para a diminuição das festas e da circulação das pessoas”, ressaltou Vitor.

Dhoje Interior

Segundo a GCM os donos de bares também colaboraram. “Nesse final de semana não encontramos dificuldades com os donos de bares. Na fiscalização flagramos alguns estabelecimentos na Zona Norte, que atendiam os clientes de portas fechadas para despistar a fiscalização”.

Em relação às pessoas que foram flagradas e autuadas por estarem na rua após o início do toque de recolher (19h), Vitor afirmou que as ‘desculpas’ mais comuns são de que “vão na casa de um amigo”. “As justificativas são diversas, o ‘eu só vou logo alí’ na casa de um familiar ou amigo são as campeãs, mas o decreto não permite circulação para isso, é somente para pessoas que trabalham nos serviços permitidos e para quem depende de atendimento médico ou ir numa farmácia”.

A venda e o transporte de bebida alcoólica também está proibido após as 18h durante a semana e 24h de sábado e domingo, no entanto, não foi flagrado nada neste sentido. “Nas blitzes não foram encontradas pessoas transportando bebidas alcoólicas. Somente nos bares que foram flagrados vendendo”, conclui o Diretor da GCM, Vitor Cornachioni.

Por Andressa ZAFALON