Chip auxilia no controle de animais pelo município de Rio Preto

MICROCHIPAGEM - De acordo com o Centro de Zoonoses, o chip foi instalado em 50 cavalos e 20 cães

Assim como os animais de carroceiros vem sendo ‘chipados’ em Rio Preto, o Centro de Zoonoses também tem colocado o chip de identificação em animais, sejam cães, gatos ou até mesmo equinos, que são encontrados abandonados pelo município. A tecnologia permite ter um maior controle sobre os animais e também os tutores, evitando assim o abandono em vias públicas. Atualmente pelo município já são 50 cavalos e 20 cães chipados pelo CCZ.

O chip subcutâneo possui cerca de 0,5 centímetro, sendo do tamanho de um grão de arroz, aproximadamente. Nele fica gravado um número e no caso dos chips instalados nos animais de carroceiros no início desta semana, irão constar os dados cadastrais do proprietário, feito pela Secretaria de Trânsito, além de informações do animal. O microchip é uma sequencia única de números que identifica o animal registrado sob aquele número.

Dhoje Interior

No caso dos cavalos, o dispositivo é instalado na região do pescoço, sendo que cada unidade do microchip custa R$ 12. Porém os carroceiros que fizerem o cadastro na prefeitura não precisarão pagar nada pela instalação.

O Centro de Zoonoses é quem possui o leitor de microchip e será o responsável por fazer a identificação e chipagem dos animais no município. O chip não precisa ser trocado, durando por toda a vida do animal e não apresentando rejeição.

Os profissionais que trabalham como carroceiros pelo município podem fazer o cadastro a qualquer momento e gratuitamente na Secretaria de Trânsito, que fica na Avenida Arthur Nonato, 1177, Jardim Santa Catarina, levando documentos pessoais, comprovante de residência, declaração de posse do animal e da carroça e um laudo veterinário do animal. Quem for flagrado circulando com veículo de tração animal sem placa ou animal sem identificação eletrônica estará sujeito à autuação e multa de R$ 130,16 – prevista no Código Nacional de Trânsito.

 

Por Priscila Carvalho