Casos de veículos abandonados sobem 25,5% em Rio Preto

As fiscalizações ocorrem diariamente e funcionam em duas etapas, na primeira os fiscais notificam o veículo abandonado. Nele é colado um adesivo que específica a lei que proíbe o abandono. Já na segunda etapa as equipes voltam ao local para checar se o veículo foi retirado da via

Cresce em 25,5% o número de veículos abandonados em Rio Preto. Os casos foram registrados pela equipe de fiscalização da Secretaria de Trânsito, Transportes e Segurança do município, após intensificar nas buscas de carros abandonados em locais públicos.

As fiscalizações ocorrem diariamente e funcionam em duas etapas, na primeira os fiscais notificam o veículo abandonado. Nele é colado um adesivo que específica a lei que proíbe o abandono. Já na segunda etapa as equipes voltam ao local para checar se o veículo foi retirado da via. “São dois casos, no primeiro fazemos a notificação e, em um segundo momento, voltamos para ver o que foi feito com o veículo. Caso ele ainda esteja no local encaminhamos para o pátio do Detran”, afirma Marcelo Amaral, chefe do setor de fiscalização da secretaria.

Dhoje Interior

De janeiro a julho deste ano foram 541 notificações. No mesmo período de 2016 foram 431 carros abandonados. De acordo com a equipe de fiscalização, engana-se quem pensa que os carros abandonados são todos velhos, há carros novos que são dispensados pelas vias públicas. “Já localizamos carros novos, em perfeitas condições de uso e que simplesmente foram abandonados pelos seus donos. Acreditamos que pode ser devido a falta de condições para manter estes veículos”, diz Amaral.

Em vários casos os veículos abandonados são vistos pela população como uma ameaça. Há registros de drogas escondidas nestes carros, além de serem potenciais criadouros do mosquito da dengue. “Após a primeira notificação que deixamos no veículo grande parte das pessoas recolhem o carro”, conta Amaral.

Em casos de veículos furtados, que são abandonados em vias públicas, as equipes de fiscalização apresentam o caso a Policia Civil.

 

Por Mariane Dias