Vara contra Violência Doméstica deve ser instalada em Rio Preto

Edinho, Maureen e autoridades do Judiciário.

O prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, e a secretária da Mulher, Maureen Cury, participaram na tarde da última terça-feira, dia 17, de audiência com o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, no gabinete da presidência, para apresentar o pedido de instalação da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra as Mulheres.

Durante a audiência o prefeito formalizou o pedido de instalação da Vara em Rio Preto, que atualmente conta com um anexo de Violência Doméstica. De acordo com o prefeito, o presidente do TJ garantiu que a Vara será instalada em breve.
Só em 2018, a cidade registrou o assassinato de 11 mulheres – número cinco vezes maior que no ano anterior.

“A criação do Anexo de Violência Doméstica da Comarca de São José do Rio Preto foi uma conquista importante para a cidade e atende ao plano de governo da administração. Com a instalação da Vara poderemos atender ainda mais mulheres com mais celeridade. Desde o meu primeiro dia de mandato, juntamente à secretária da Mulher, Maureen Leão Cury, trabalhamos para viabilizar esse importante instrumento na cidade”, disse o prefeito.

Edinho completou agradecendo o empenho do presidente do TJ-SP. “O apoio do presidente do Tribunal de Justiça, o desembargador Manoel Pereira Calças, foi fundamental para esta conquista”, ressaltou.

Gláucia Véspoli Oliveira, titular da 5ª Vara Criminal, é a titular do anexo, que funciona no 4º andar do Fórum Central. Um convênio foi firmado entre o Tribunal de Justiça de São Paulo e a Prefeitura, para a cessão de servidores públicos para integrar a equipe técnica do serviço. Atualmente o anexo tem um assistente social e um psicólogo. A secretaria, por meio do CRAM (Centro de Referência e Atendimento à Mulher), está à disposição como equipe de apoio.

“O anexo foi um embrião e agora teremos uma Vara Especializada da Mulher, o que nos ajudará em muito no combate ao feminicídio e à violência contra as mulheres”, finalizou Maureen.

Da REDAÇÃO

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