Unidades do CRAS em Rio Preto já contabilizam mais de 15 mil atendimentos em 2018

O Estado de São Paulo ampliou o número de Centros de Referência de Assistência (CRAS), sendo que foram 22 equipamentos a mais no Estado. Os centros são responsáveis por organizar e oferecer serviços de proteção social básica e atendimento integral às famílias em situação de vulnerabilidade econômica e social. As unidades passaram de 1.081 em 2015, para 1.103 em 2016. Atualmente, o Estado conta com 1.124 CRAS.

Rio Preto possui 13 CRAS espalhados pela cidade, sendo que o município disponibiliza oito unidades além do total estabelecido de acordo com a quantidade de habitantes do município, que seria no mínimo cinco. Somente no ano passado, foram realizados 63.225 atendimentos pelas unidades rio-pretenses e até março deste ano já foram contabilizados 15.600 atendimentos.

Os CRAS possuem equipes com coordenadores, assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, educadores sociais e agentes administrativos. Por meio da Secretaria de Assistência Social, são ofertados nesses centros à população, serviços que visam o atendimento a família, adolescentes, jovens, adultos e idosos.

De acordo com a secretária interina de Assistência Social, Patrícia Lisboa Bernussi, a assistência é uma política social de garantia de direitos e atende todas as pessoas, sendo visto atualmente como uma política de direitos para qualquer pessoa, independente da renda. “A vulnerabilidade perpassa não só na parte econômica, mas também em outros tipos de vulnerabilidade, como o isolamento, relacionamento familiar, o uso de drogas e então com isso é feito o acompanhamento”, disse.

As famílias podem acessar o CRAS e terem acesso aos serviços disponibilizados indo diretamente à unidade mais próxima. Bernussi ressalta que este trabalho oferecido é de extrema importância a quem precisa. “É um grande avanço e depois do SUAS (Sistema Único de Assistência Social) em 2005, houve uma diretriz nacional e isso trouxe para o município e população um ganho muito grande”, finalizou.

 

Por Priscila CARVALHO

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