SuperHype: Sofisticação personalizada. Joias únicas e sob medida

Joias produzidas em ouro 18 quilates ou prata nobre. Com alto valor agregado, são investimentos

O Brasil é um dos 15 maiores países produtores de joias em ouro no mundo. Segundo dados do IBGM – Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, são 22 toneladas de peças criadas e comercializadas e um faturamento em torno de R$ 600 milhões por ano.
Referência, o país se destaca em função da extrema abundância de metais preciosos e da maior variedade de pedras valiosas de todo o planeta. Nesse contexto, São José do Rio Preto é um polo de grande importância, pelo número de fábricas e pelos profissionais reconhecidos.

Marcelo Alves, designer de joias e modelista 3D, trabalha há 20 anos no ramo. “Minhas peças são feitas artesanalmente. Sou eu quem cria, desenvolve e busca pedras de melhor qualidade para oferecer aos clientes. Também faço questão de ir para a bancada e executar todo o processo de produção, que começa no computador e termina na lapidação do material”, diz.

Segundo o especialista, o público feminino é extremamente fiel, já que o consumo de itens associados à beleza e ao requinte é um hábito cultural. “Não consigo calcular exatamente a quantidade de peças que já criei desde o tempo em que trabalhava como montador, mas já passaram pelas minhas mãos dezenas de quilos de ouro”.

Marcelo também conta que é necessária muita pesquisa para o trabalho, principalmente sobre tendências da moda. “Depois avalio o gosto pessoal da cliente, o orçamento previsto e encaixo as expectativas dela na minha expertise”, conta.

O designer pontua projetos que marcam sua carreira. “Na verdade, tudo é muito especial. Desde o brinco infantil encomendado para um recém-nascido até um colar de esmeraldas colombianas, mas em destaque, as coleções feitas para a H.Stern”.

A propósito, entre as marcas mais conceituadas da atualidade, estão a americana Tiffany, tradicionalíssima pelos anéis de diamantes, a francesa Cartier, conhecida pelo design, e a brasileira H.Stern, famosa pela alta qualidade dos produtos comercializados. “Tudo que desenvolvem, vira tendência. Elas ditam o que será usado”, explica.

Para ele, atualmente, os clássicos solitários foram substituídos por composição de anéis delicados nas mãos, colares com iniciais de nomes ou com pedras naturais. “As esmeraldas estão em alta, são o novo sonho de consumo da mulher contemporânea”.
A turmalina paraíba, que só é encontrada em solo brasileiro, também está entre as gemas mais raras e cobiçadas. “As duas, juntas aos diamantes, formam o topo da pirâmide de desejo na joalheria moderna”.

Por se tratar de materiais nobres, é importante certificar-se sobre a autenticidade, procedência, garantia e cotações próprias. É considerada réplica toda peça que não seja feita de ouro ou prata. “Geralmente, são cópias de joias verdadeiras confeccionadas com latão (liga composta de zinco e cobre). Já a bijuteria, é uma réplica feita de latão com pedras sintéticas, de resina plástica ou vidro”, esclarece o artista e completa: “As joias são consideradas um investimento. O ouro, por exemplo, nunca perde o valor. No mercado financeiro, é a moeda mais forte que existe, tal como as pedras preciosas. Por isso possuem um alto valor agregado e são sempre uma ótima aquisição”.

Informações
Marcelo Alves – Studio Greg Desing
Telefone: (17) 988224161
Instagram: @studiogregdesign

Por Thais MACHADO

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