SUPERHYPE – Conheça e pratique Airsoft!

Segundo Rogério Mariano, o esporte que virou febre simula combates com armas realísticas, de pressão e bolinhas de plástico (Foto: Divulgação)

É quase um videogame da vida real, com personagens e cenário físicos (que podem ser campos alugados ou locais abandonados). Diferentemente do paintball, o praticante do airsoft não fica marcado quando é atingido. O membro da equipe deve avisar que tomou um tiro. “Assim vale a honra e a ética do competidor. Tem que ter fair-play”, explicaRogério Mariano, do grupo Airsoft Rio Preto e da equipe P.W.A.T.

As armas— pistolas e fuzis — são muito parecidas com as reais. “São réplicas exatas, mas precisam ter a marcação colorida na ponta, para que possam ser identificadas como de pressão, e também é necessário que tenham origem lícita, com nota fiscal de compra em lojas autorizadas pelo Exército”, conta Flávio Souza, que também é um atleta da modalidade ou o chamado “operador”.

As missões são definidas previamente pelos times participantes. Podem simular o resgate de uma autoridade ou o desarme de uma bomba, por exemplo. Para integrar uma competição, além do equipamento e dos acessórios de proteção — luvas, óculos capacete e etc —, é solicitado que o interessado, maior de 18 anos, participe de um evento chamado “Rookie Day”—ou Dia do Recruta—específico para preparação dos novatos. “Chegamos a reunir 170 pessoas em campo durante quase 6 horas”, diz Santos.

Claudilene Dourado se interessou pelo airsoft quando começou a acompanhar o marido nos jogos. “Encontrei outras mulheres envolvidas e me senti muito bem-vinda. Agora, todas as semanas espero com ansiedade pelo domingo. Adoro essa adrenalina!”, conta.

Fonte: Thaís Machado – Superhype 

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