Show com Zu Laiê é destaque do Sonora nesta quinta-feira, dia 11

Dando sequência à programação especial do Projeto Sonora no mês de janeiro, o Sesc recebe nesta quinta-feira, dia 11, o show da cantora e compositora Zu Laiê. A apresentação será às 21h, na comedoria, com entrada grátis.

 No show, Zu Laiê lança seu primeiro trabalho autoral, o EP “Mensageiro”. Com uma vasta linguagem musical, as canções têm uma mescla de ritmos e manifestações culturais, com destaque para o samba e as tradições de terreiro, música caipira, congada mineira, baião nordestino e o boi maranhense.

 Ela sobe ao palco acompanhada dos músicos José Cássio Jaber (violão 7 cordas), Renan Santos (cavaco e viola), André Fernandes (violão), Filipe Murbak (bateria e percussão), Kauê Rocha (percussão), Gustavo Bombonato (escaleta) e Mauro Zacarias (trombone). No EP, além das músicas de autoria de Zu Laiê, há canções de José Cássio, e uma faixa deles em parceria. O repertório do show também inclui composições de músicos de Rio Preto, como André Fernandes e Kim Carvalho.

 Antes da apresentação de Zu Laiê, diversas atividades paralelas em variadas linguagens ocupam o Sesc. A programação começa às 19h30, com a exibição ao ar livre do documentário “Samba Riachão”, de Jorge Alfredo. O diretor usa como pano de fundo a trajetória de Clementino Rodrigues, o popular sambista baiano Riachão, hoje com 96 anos, para retratar a importância do samba. O filme apresenta também um panorama do samba na Bahia, onde Riachão viveu mais de seis décadas influenciando gente como Caetano Veloso e Tom Zé.

 Às 20h, a comedoria recebe a interveção “Laarooye!”, com Wild Wilde. Trata-se de uma prática de troca, onde o objetivo central é desmistificar o mais injustiçado e incompreendido dos orixás, Exú, e questionar preconceitos. Na sequência, também na comedoria, a Cia. Do Santo Forte apresenta a intervenção “Arreda Homem que Lá Vem Mulher”, às 20h30. O trabalho é inspirado nas Pombagiras da umbanda, com fragmentos do espetáculo “Deus Faz, o Diabo Tempera”, danças das iabás e relatos autobiográficos sobre as percepções de uma mulher, mãe, artista e umbandista.Todas as atividades são gratuitas.

Da Redação

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