Sessão remota teve a participação dos 17 vereadores e aprovação de projetos da área da Cultura

Sessão teve a participação de 14 vereadores remotamente_Sérgio SAMPAIO_DHojeinterior

Ficou a cargo da vereadora Karina Caroline (Republicanos) e do presidente da Câmara, Paulo Pauléra (Progressistas), coordenarem a primeira sessão verdadeiramente remota que teve a participação on-line de 14 dos 17 vereadores.

O presidente da Câmara definiu que as sessões até o próximo dia 14 de julho sejam realizadas remotamente seguindo assim as restrições impostas pelo mini-lockdown que existe em Rio Preto de domingo à terça-feira (onde apenas serviços “essenciais” podem funcionar).

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A participação remota já vinha acontecendo em sessões anteriores, mas apenas com a participação de alguns parlamentares de forma alternadas, com exceção dos vereadores Marco Rillo (Psol) e Fábio Marcondes (PL), que o faziam constantemente, o primeiro por estar no grupo de risco e o segundo por opção pessoal.

Exceção – O vereador Gerson Furquim (Podemos) foi a exceção e participou presencialmente da sessão. A recomendação era que apenas os membros da Mesa Diretora estivessem presentes no plenário para conduzir a sessão. Pauléra porém salientou que Furquim se sente melhor participando desta maneira e isso será respeitado.

Votações – Dos sete projetos de lei na pauta de votação, seis foram aprovados por unanimidade pelos vereadores e apenas um teve o pedido de vista (adiamento) feito pelo autor por uma sessão.

Cultura – Os dois projetos do Executivo ligados à área da Cultura foram aprovados em regime de urgência. O primeiro, que constituiu o Conselho Municipal de Políticas Culturais, recebeu emenda do vereador Marco Rillo (Psol) que obriga a realização de no mínimo duas audiências públicas ao ano para abrir o debate com a classe artística e outros interessados. O segundo instituiu o Fundo Municipal de Cultura em São José do Rio Preto. Sobre esse segundo projeto, o próprio vereador Rillo salienta que o Fundo vem sendo debatido a uma longa data e deveria ter sido aprovado há, no mínimo, 3 anos atrás.

SAMU Veterinário – Mesmo com alguns embates sobre a legalidade da proposta, o projeto do vereador Renato Pupo (PSDB) teve o mérito aprovado para a criação do “Samu Veterinário”, no qual a Prefeitura poderá firmar convênio com associações sem fins lucrativos para colocar esse projeto em atividade.

Dengue – A proposta do vereador Gerson Furquim (Podemos) foi aprovada pelo mérito para criar o incentivo ao cultivo das plantas “Citronela” (Cymbopogon Winterianus) e da “Crotalária” (Crotalaria Juncea). Ambas servem como método natural de combate ao mosquito da Dengue (Aedes Aegypti).

Doenças Raras – Os vereadores aprovaram o mérito ao projeto que cria o “Programa Municipal de Apoio às Pessoas com Doenças Raras e seus Familiares” a proposta é de autoria do vereador Jean Charles (MDB).

Por Sérgio SAMPAIO – Da Redação Jornal DHoje Interior