Serviços Gerais faz mutirão para limpar bueiros e bocas de lobo

A Secretaria de Serviços Gerais de Rio Preto iniciou um mutirão de limpeza de bueiros e bocas de lobo. O secretário Ulisses Ramalho explica que “o mutirão de retirada de lixo dos bueiros e bocas de lobo é uma ação preventiva que fazemos antes do período das chuvas, evitando assim o entupimento dos bueiros e consequentemente, as enchentes em ruas e avenidas da cidade”.

As equipes de funcionários da própria Pasta fizeram um levantamento dos pontos mais críticos e onde são registrados entupimentos com maior frequência.

De acordo com o coordenador do mutirão Marcos Rogério de Castro, a previsão é limpar de 80 a 100 bueiros por semana. Esse número poderá ser maior ou menor já que vai depender das condições do tempo nos próximos dias. “Queremos aproveitar os dias de sol para limpar o maior número de bueiros”, afirma.

O trabalho de limpeza começou pelo centro da cidade, próximo ao terminal rodoviário, onde os bueiros sempre estão lotados de lixo e muitas garrafas pet jogados nas ruas centrais e que são levados pelas águas das chuvas.

No primeiro dia foram desentupidos 15 locais na área central da cidade e outros cinco na Região Norte da cidade. A previsão é que o mutirão de limpeza deverá durar pelo menos um mês.

Segundo o encarregado Antonio Carlos dos Santos, nesta quarta-feira, além da área central, as equipes também foram distribuídas nos bairros Vila São Jorge, Nato Vetorasso, Dom Lafayete, Parque Industrial, Jardim das Oliveiras e Jardim Itapema.

O mutirão de limpeza está utilizando 20 homens com equipamentos como pás e enxadas para a retirada manual do lixo dos bueiros, além de dois caminhões caçamba e um hidrojato estão sendo utilizados para execução da limpeza.

Conforme o coordenador, a limpeza dos bueiros e bocas de lobo está começando pelos pontos mais críticos e onde são registrados entupimentos constantes por conta do excesso de lixo.

“Diariamente são retirados cerca de seis a doze toneladas de lixo, como caixas de papelão, pedaços de madeira, panos e roupas velhas, latas de refrigerantes, garrafas de vidro e pet e até sapatos e botinas”, conclui Marcos Rogério.

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