Saiba sobre a importância do uso de cadeirinhas na volta às aulas

Equipamento reduz riscos de ferimentos graves em caso de batida ou freada repentina

Com a volta às aulas, o número de crianças em circulação nos carros aumenta, e a atenção dos responsáveis devem aumentar também. No Brasil o acidente é a maior causa de morte de crianças de zero a 14 anos. Segundo dados do Criança Segura, 1.290 crianças morreram e 11.986 foram hospitalizadas por acidente de trânsito no Brasil em 2017.

O número foi maior em anos anteriores a 2010, quando entrou em vigor a Lei das cadeirinhas, que exige de motoristas que carreguem crianças de zero a dez anos, o equipamento de segurança que reduz o risco de ferimentos graves e mortes em casos de batida ou freada repentina. Para cada faixa etária, um modelo diferente é indicado.

De zero a um ano – o correto é um bebê conforto ou conversível, que deve ser instalado de costas para o movimento do carro. O equipamento é fixado por meio do cinto de segurança do banco traseiro e a criança fica presa às alças do bebê conforto.

De um a quatro anos – cadeira de segurança, a chamada “cadeirinha”, na qual a criança fica sentada para frente, como os demais ocupantes do veículo.
De quatro a sete anos e meio – assento de elevação para que a criança seja presa ao cinto de segurança do próprio veículo;

De sete e meio a dez anos – ser transportada apenas no banco traseiro, diretamente com o cinto do assento do veículo.

Edna Gazoni é avó de Arthur de 4 anos. Da casa de Edna até a escola onde Arthur estuda se totalizam 4 km, onde ela costuma redobrar a atenção e cautela. A costureira conta que em uma das vezes que levou o neto para escola, se envolveu em um acidente de trânsito e que o equipamento foi fundamental para que Arthur não se machucasse. “Foi um susto imenso, graças a Deus eu tinha prendido o Arthur corretamente na cadeirinha e nada aconteceu com ele”.

Transportar crianças de forma irregular é infração gravíssima, conforme prevê o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), com multa de R$ 293,47. (Colaborou: Thais Lobato)

 

Da REPORTAGEM

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