Rio Preto: Suspeito de ser o líder da quadrilha do roubo ao Santander será ouvido pela DIG

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) ouviu ontem, a terceira pessoa envolvida no roubo ao banco Santander, que aconteceu no dia 7 de agosto, no Centro de Rio Preto.

O Serviço de Inteligência DIG/DISE identificou L.G., de 32 anos, suspeito de ser um dos líderes da quadrilha especializada em roubo a banco. Ele foi localizado pelos policiais em um apartamento na praia, após uma semana de operação no litoral paulista.

De acordo com o delegado que investiga o caso, Alceu Lima de Oliveira Junior, foram encontradas munições de fuzil calibre 12 e um revólver 380 na casa que era do pai de L.G., no Paraná. “Encontramos as munições e as armas em Londrina. Ele está envolvido no roubo do Santander no dia 7 de agosto”, conta.

De acordo com o delegado, o criminoso apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa para despistar os policiais. Porém, as equipes do Serviço de Inteligência DIG/DISE tinham constatado que L.G. participou do crime após análises do circuito de monitoramento da agência. “Tem as imagens dele fazendo a segurança dentro do banco e também tem imagem dele entrando no veículo com o restante da quadrilha. Dentro da agência ele estava encostado em um balcão, disfarçado de cliente de costas, onde acontecia a ação dos parceiros”, explica.

Todos os homens envolvidos no crime têm passagem pela polícia por roubo e furto a condomínios no Estado do Paraná. “Eles têm um grupo de WhatsApp onde perguntam quem está disponível para fazer um roubo na data e cidade definida por eles, normalmente de seis a oito pessoas participam do crime”, Alceu.

De acordo com o delegado, a casa de L.G. é a melhor quando comparada com a dos outros cinco integrantes da quadrilha, a partir desta apuração a polícia suspeita que o integrante seja o líder da quadrilha. “Tudo liga a ele. Nós estivemos na casa de todos os seis que passaram por Rio Preto. A casa dele é a que tem melhorado muito perto das outras. Ela está cheia de televisão de plasma, enquanto os outros o acréscimo patrimonial não é destacado assim”, conta.

L.G nega o crime. Após ser ouvido, ele deverá cumprir prisão temporária no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto.

Por Mariane DIAS

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