“Rio Preto sem Fome” segue até setembro

A Prefeitura de Rio Preto, por meio das secretarias de Agricultura e Abastecimento e de Assistência Social, prorrogou a ação “Rio Preto sem Fome” com distribuição de mais 5 mil cestas básicas a famílias em situação de vulnerabilidade social até o fim de setembro.

A expectativa é ainda aumentar a quantidade de cestas básicas fornecidas regularmente, passando de 1.300/mês para média de 2.500 unidades.

Dhoje Interior

“De abril a junho, entregamos 6.511 cestas às famílias inscritas no CadÚnico. Em julho, atingimos a meta da primeira etapa da ação e já distribuímos mais 865 cestas correspondentes ao período de prorrogação. Ou seja, em quatro meses, a iniciativa distribuiu 8.365 cestas básicas”, contabiliza o secretário de Agricultura e Abastecimento, Pedro Pezzuto.

Já a Secretaria de Assistência Social realiza todo o processo de triagem e entrega das cestas. A avaliação das famílias a serem contempladas é feita mensalmente, através de análise de critérios que consideram a lista de inscritos no CadÚnico e as relações de famílias que recebem o Programa Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Auxílio-Emergencial do Governo Federal.

“O público atendido até o momento é formado por idosos e pessoas com deficiência em extrema pobreza sem benefícios ou com Programa Bolsa Família no valor até R$91; famílias em extrema pobreza sem benefícios; famílias em extrema pobreza com Programa Bolsa Família, mas inelegíveis para o Auxílio Emergencial; famílias em situação de vulnerabilidade e entregas por decisão judicial”, explica a secretária da pasta, Patrícia Lisboa.

Para ter acesso às cestas básicas, a população não precisa realizar nenhum procedimento especial, uma vez que a seleção é feita por triagem da Assistência Social. Os beneficiados são informados por correio, e-mail, SMS ou telefone sobre data e hora de retirada das cestas, que acontece mediante apresentação de documento pessoal.

As entregas estão sendo devidamente organizadas com distribuição nas dez regiões do município, a fim de evitar aglomerações. Pessoas sem condições de locomoção, como idosos e pessoas com deficiência, recebem os alimentos em seus domicílios.

Da REDAÇÃO