Rio Preto: Secretarias realizam trabalho preventivo contra a febre maculosa

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A partir da próxima segunda-feira, dia 16, as Secretarias Municipais de Saúde e Meio Ambiente e Urbanismo em parceria com a SUCEN (Superintendência de Controle de Endemias – SR 08), iniciam as atividades de prevenção no Parque Municipal da Represa, para combater a febre maculosa, gerada pelo carrapato da espécie amblyomma.

Segundo Abner Alves, gerente do Departamento de Vigilância Ambiental, a ação faz parte de um plano de manejo dos animais silvestres, onde será verificada a presença de carrapatos transmissores da doença, que, segundo dados das duas Secretarias envolvidas, nunca houve um caso confirmado na cidade.

“Será um trabalho de pesquisa acarológica para verificar as espécies de carrapatos que estão no Parque da Represa. O trabalho de campo será feito na próxima segunda-feira, a partir das 7h até às 10h, por ser o horário que o carrapato se encontra visível nas matas da represa. E até o final do mês nós vamos identificar as espécies”, explicou Abner Alves, que falou sobre quantas espécies de carrapatos podem existir no local.
“É difícil ver quais as espécies de carrapatos. É importante ressaltar que não há infestação de carrapatos e nunca houve relatos de munícipes que tiveram contato com esse carrapato. É um trabalho preventivo para identificar e ver se os carrapatos são da espécie amblyomma, que é a transmissora da febre maculosa, que é extremamente perigosa e potencialmente letal”, afirmou o gerente do Departamento de Vigilância Ambiental.

Durante a primeira etapa do plano de manejo ambiental do Parque da Represa, que tem o objetivo de avaliar a condição populacional e sanitária dos animais silvestres e domésticos residentes no local, o número de capivaras nos três lagos que compreendem o Parque Municipal da Represa, segundo o estudo, indicou uma média de 160 capivaras.
O estudo será repetido continuamente em períodos quadrimestrais abrangendo as quatro estações do ano, com objetivo de identificar possíveis flutuações populacionais através da taxa de natalidade e mortalidade.

 

Por Marcelo SCHAFFAUSER

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