Rio Preto: Saúde em 3D

Demonstração - Presidente/Mantenedor da Faceres, Toufic Anbar Neto, explicou algumas das funções do novo aparelho

Faceres inova com plataforma multidisciplinar 3D, que permitirá aos alunos e professores explorarem o corpo humano de forma visual e interativamente; tecnologia, que custou R$ 300 mil, já está disponível para os estudantes e receberá um upgrade passando para 4D .

Cada detalhe do corpo humano ampliado e tudo em tecnologia 3D. A Faculdade de Medicina Faceres, de Rio Preto, apresentou na tarde de ontem, a nova plataforma multidisciplinar 3D, ou a primeira mesa anatômica da região, que permitirá aos alunos e professores do curso explorarem o corpo humano visual e interativamente, utilizando modelos anatômicos com mais de 5000 estruturas, compostas por modelos tridimensionais altamente detalhados e anatomicamente corretos de todos os sistemas do corpo humano.

Mantenedor e presidente da Faceres, Toufic Anbar Neto, explicou os benefícios que a nova tecnologia trará para os alunos. “Além da integração entre as ciências básicas, as disciplinas das ciências básicas, vai permitir também que haja uma correlação das ciências básicas com aspectos clínicos. Então, o estudante vai poder estudar não só a doença no seu aspecto patológico, mas também as bases anatômicas, histológicas, fisiológicas, que essa mesa integra tudo. Todas as ciências da medicina”, afirmou.
Além dos alunos e professores, a nova mesa anatômica também vai ajudar os 13 hospitais e instituições que são parceiros da Faceres. “Sempre a gente democratiza a informação, entre, não só os nossos estudantes, mas também os hospitais e instituições parceiras. Isso vai permitir com que os pacientes sejam melhores estudados”, disse Dr. Toufic, que também adiantou que a tecnologia será ampliada em breve.

“Outra que deve estar para chegar nas próximas semanas, ou próximos meses, é o dispositivo 4D, que com óculos virtual você tira aquela imagem e traz para o ar para trabalhar como se fosse um holograma. Será acoplado a esse aparelho. Poderemos pegar e mexer nele, recortar com a mão, manobrar”, explicou Dr. Toufic, sobre as funcionalidades da tecnologia, que custou R$ 300 mil.

 

Por Marcelo SCHAFFAUSER

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