Rio Preto investe e melhora Saúde Pública

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A Prefeitura e a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Preto estão divulgando um expressivo balanço sobre as atividades do setor e a ampliação de equipes e dos serviços prestados à população entre 2017 e 2018. O levantamento foi feito pelo Fundo Municipal de Saúde. Por exemplo, na área de Estratégia de Saúde da Família, havia 40 equipes no ano passado e, neste ano, já são 58. Da mesma forma, as ações de prevenção e promoção da Saúde cresceram 48% na comparação entre os primeiros quadrimestres, passando de 6.947 para 10.315 ações.

A implementação do Complexo Pró Saúde, na avenida Philadelpho Gouvea Neto, também permitiu avanços significativos. Por exemplo, o serviço de ecocardiograma teve um salto de 144% nos exames realizados, indo de 1.441, no primeiro quadrimestre de 2017, para 3.228, no mesmo período de 2018.

O atendimento de endoscopia apresentou um dos crescimentos mais expressivos, de 720%, indo de 294 nos quatro primeiros meses do ano passado, para 2.412 exames neste ano, no período. Os exames de ultrassom no Complexo Pró Saúde saltaram de 4.869 para 13.027, na comparação dos quadrimestres, ou seja, um aumento de 167%.

A mesma comparação revela que as pequenas cirurgias, no Complexo, cresceram 272%, passando de 6.944 para 15.446. As ações efetuadas no Hospital Dia, ou seja, exames de radiologia (que pularam de 7.395 para 13.182), ultrassom (de 4.869 para 13.027), exames cardiológicos (de 1.318 para 3.228), pequenas cirurgias (6.944 para 15.446) e exames endoscópios (de 294 para 2.412), totalizaram 26.474 exames e procedimentos a mais, neste ano, em relação ao primeiro quadrimestre 2017, num crescimento médio de 127%.

Em abril de 2017, Prefeitura e Secretaria Municipal de Saúde inauguraram o Centro de Atenção Especial à Saúde do Idoso (CAESI), com quatro geriatras e uma equipe multiprofissional, que agendam 250 consultas de geriatria por mês. Já as consultas médicas especializadas, na comparação entre os dois primeiros quadrimestres, cresceram 14%, de 59.494 para 67.701 consultas. Um mutirão realizado entre maio e outubro de 2017 foi decisivo para reduzir a fila de consultas e exames, ao realizar 28.104 consultas e 22.247 exames naquele período. Prosseguindo com seu projeto de ampliação da atenção na Saúde, Prefeitura e Secretaria investiram também no Centro Especializado em Reabilitação (CER-II), voltado à reabilitação física e intelectual dos pacientes, com a contratação de mais sete profissionais.

O Banco de Leite Humano de Rio Preto passou na contar com uma unidade móvel em abril de 2017. E o atendimento das UTIs neonatais teve um aumento de 60% para 100%.

A urgência e emergência da Secretaria de Saúde criou uma equipe de pediatria na UPA Tangará, que não dispunha dessa atenção em 2017, e até maio de 2018 já havia realizado 5.734 atendimentos pediátricos de emergência na unidade. Foram contratados cinco médicos plantonistas com atuação em 540 horas mensais.

Da mesma forma, foram iniciados atendimentos de ortopedia nas UPAs Jaguaré e Tangará, no segundo semestre de 2017, e na UPA Norte, a partir de junho de 2018. Com isso, no primeiro quadrimestre do ano passado, as populações do Jaguaré e do Tangará, que não tinham atenção em ortopedia, receberam 9.013 atendimentos só de janeiro a abril deste ano. Com investimento nas equipes, o serviço passou a contar com 15 médicos ortopedistas, nove técnicos de gesso e cinco biomédicos.

Os serviços de Urgência e Emergência voltados a pacientes em observação prolongada foram levados também para as UPAs Tangará e Jaguaré. Até os primeiros quatro meses de 2017, não havia esse tipo de atenção nas duas unidades, mas no mesmo período de 2018 já foram atendidos 339 pacientes em internação prolongada nessas UPAs. Uma das consequências desse melhor atendimento na internação prolongada foi a redução na transferência, pelo SAMU, dos pacientes para os hospitais, de 15.819 casos para 11.722, redução de 25%.

Com ampliação e melhora da atenção nas UPAs e com um gerenciamento mais profissional das unidades, aliados ao crescimento das equipes, registrou-se uma redução significativa nas horas extras trabalhadas na Saúde. Foram 16.065 horas extras a menos na comparação dos dois primeiros quadrimestres, equivalentes a 65% menos.

Da REDAÇÃO

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