Rio Preto: Denúncia de som alto termina com dois detidos na Central de Flagrantes

Uma enfermeira, de 51 anos, é acusada de agredir um policial militar que fazia atendimento a uma denúncia de som alto, na tarde de sábado (10), no Jardim Antonieta, em Rio Preto. Ela e o filho, um homem de 32 anos, foram detidos e encaminhados à Central de Flagrantes.

Segundo o boletim de ocorrência, a polícia foi até a casa da enfermeira depois de receber uma denúncia de que o som do carro estava em volume muito alto, incomodando os vizinhos.

No local, os policiais encontraram a enfermeira sentada na garagem, com o filho, ouvindo música com o som do carro, em volume moderado.

Os policiais explicaram que receberam a denúncia e que era necessário o fornecimento dos documentos para o registro da ocorrência, uma vez que a viatura precisou ir até o local. Com a recusa do homem em fornecer a documentação, ele foi conduzido até a viatura para ser apresentado na Central de Flagrantes.

No momento em que os policiais conduziam o homem, a enfermeira partiu para cima deles e deu dois tapas e uma mordida no braço de um dos policiais.

Mãe e filho foram conduzidos até a Central de Flagrantes, onde relataram que os policiais o acusaram de desacato. Também relataram que a mulher foi apenas questionar o fato do filho ser levado no compartimento destinado aos presos, uma vez que ele não é bandido.

O caso foi registrado como desobediência e o policial militar foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para realizar exame de corpo de delito. O resultado deve sair dentro de 30 dias.

Outro caso

Uma comerciante, de 59 anos, atrapalhou o trabalho dos policiais, durante a tarde do mesmo dia, ao tentar impedir a prisão de seu filho, de 41 anos.

De acordo com o boletim de ocorrência, o homem era procurado por crimes no Estado do Rio de Janeiro. Ele foi preso levado para a Central de Flagrantes.

Já na delegacia, ao ver o filho algemado, a mulher agarrou o filho tentando impedir que ele fosse preso e atrapalhando o trabalho dos policiais.

A mulher foi contida pelos policiais e o filho foi encaminhado para a carceragem da DIG, Delegacia de Investigações Gerais, onde aguarda decisão da Justiça.

Por Bia MENEGILDO

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