Rio Preto: Corpo de servente de pedreiro ainda é mistério para a Polícia Civil

O corpo do servente de pedreiro Carlos Ferreira morto, há quase dois meses, ainda não foi localizado pela equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Rio Preto. De acordo com o delegado Alceu Lima, a vítima foi morta em um tribunal do crime, no bairro Nova Esperança.

Quatro suspeitos envolvidos no crime estão presos, entre eles a ex- mulher da vítima. A mulher, de 32 anos, contou à polícia que Carlos Ferreira teria abusado da filha de três anos e que a criança teria confirmado para ela sobre o abuso. O delegado contou que o casal estava separado quando aconteceu o crime.

“Existe a suspeita de que a criança não seja filha dele, inclusive o suposto pai verdadeiro da criança está preso suspeito de envolvimento no caso. No carro dele foi encontrada uma mancha, que acreditamos que seja, de sangue e por isso foi retirada uma parte do banco do veículo e mandado para São Paulo”, conta Alceu.

De acordo com o delegado, um dos suspeitos que cumpre a prisão temporária confessou o crime e confirma a participação de outros dois envolvidos que também estão detidos. A ex-mulher disse à polícia que atraiu Carlos até os suspeitos.

“Os homens teriam pedido pra ela chamar a vítima. No depoimento a mulher confessou que atraiu o ex- marido, mas que não sabia o que seria feito com ele”, conta.

Dos quatro que cumprem a prisão temporária, dois já tiveram as prisões prorrogadas. “Faltam mais dois para serem ouvidos. A gente precisa achar o corpo, até agora nada“, finaliza.

Os suspeitos continuarão sob investigações das equipes da Delegacia de Investigação Gerais (DIG).

Por Mariane Dias 

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