Rio Preto: Comemorando um ano, Centro do Idoso realiza mais de três mil atendimentos

Centro do idoso - Local celebra um ano e comemora soldo positivo de atendimento - Foto Divulgação SMCS

Comemorando um ano de funcionamento, o Centro de Atendimento Especializado na Saúde do Idoso (CAESI) organizou, ontem, uma série de atividades para os idosos que são atendidos no local e cerca de 60 pessoas puderam participar das festividades.
Durante o primeiro ano de existência, o serviço de atendimento exclusivo ao idoso já realizou 3693 atendimentos individuais pela equipe multiprofissional e 2232 consultas médicas. No total, 1025 idosos já foram atendidos. O Centro do Idoso fica no Complexo Pró-Saúde, na Avenida Philadelpho Gouveia Neto.

Antes do CAESI, havia no município uma demanda reprimida para as consultas de geriatria, com espera de seis meses a um ano. Com a inauguração do centro, em um mês, essa demanda de 270 pacientes foi zerada. “Hoje, não temos mais demanda reprimida na geriatria. As consultas são agendadas para no máximo 15 dias, a partir do encaminhamento da Atenção Básica”, afirmou a gerente, Andreia Maloni.
Atualmente, a estrutura do CAESI é composta por dez profissionais, sendo quatro geriatras, um neurologista, um assistente social, uma enfermeira, uma fisioterapeuta, um psicólogo e uma terapeuta ocupacional. O Centro do Idoso visa à realização da avaliação global do idoso; prestação de assistência especializada ao idoso através do atendimento de profissionais capacitados; promoção de ações integradas junto aos serviços de assistência social; promoção de discussões intersetoriais e apoio aos idosos no exercício de seus direitos.

20Para ser atendido no CAESI, o idoso deve agendar a consulta na unidade de saúde mais próxima de sua casa, onde passará por avaliação do clínico geral. O encaminhamento é feito quando o paciente atende a um dos cinco critérios estabelecidos: possuir cinco ou mais doenças crônicas, tomar cinco ou mais medicações diárias, apresentar instabilidade postural, ter alguma incapacidade cognitiva e ainda sofrer com Parkinson ou depressão. “Alguns pacientes também chegam diretamente da internação, mas 95% deles são provenientes da Atenção Básica”, finalizou a enfermeira-responsável, Poliane Rodrigues Ianes.

Por – Priscila CARVALHO – Redação Dhoje Interior

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