Rio Preto, a terra da tecnologia e do empreendedorismo

Foto SMCS

O prefeito de Rio Preto, Edinho Araújo, acompanhado de representantes do legislativo, secretários e empresários inaugurou na segunda-feira (29), o coworking do Parque Tecnológico e anuncia as 12 empresas que foram selecionadas por critérios técnicos para se instalarem no Parque Tecnológico de Rio Preto.

O Parque Tecnológico recebeu em homenagem o nome da filha do deputado estadual Orlando Bolçone. Karina Simei Bolçone morreu, aos 41 anos, em 18 de março deste ano.
“Bolçone sempre foi um incentivador desse Parque Tecnológico e merece toda homenagem. Fica em nome de São José do Rio Preto a nossa grande homenagem com o nome de sua filha”, afirmou o prefeito Edinho Araújo.

“A Karina sempre dedicou toda a vida dela à TI (Tecnologia da Informação). Ela estudou Ciência da Computação na Unesp, depois foi para São Paulo fazer o mestrado, sempre voltada para assuntos tecnológicos. Acredito que Rio Preto ficará internacionalmente conhecido por este espaço. É uma marca para a cidade é um tema que vem sendo discutido desde a década de 90 e isso é uma característica, a inovação tem que ter essa persistência ”, disse o deputado estadual Orlando Bolçone.

Coworking

A sala de coworking tem aproximadamente 150 m², é climatizada e está devidamente mobiliada para receber até 50 pessoas trabalhando concomitantemente em formato de open office.

“Rio Preto está no 11º lugar no ranking de 100 cidades com melhores potenciais para se fazer negócios. Nós recebemos uma construção inacabada, mas tivemos sustentação para chegarmos até aqui”, afirmou o secretário de planejamento Israel Cestari Júnior.
“É um momento muito significativo. É um trabalho de equipe, este Parque Tecnológico tem muita história e perspectiva porque estamos trabalhando no sentido de fazer o melhor. Como é bom ver pessoas sonhando, não adiante colocar um Parque Tecnológico em um lugar qualquer, o terreno aqui é fértil”, afirmou o prefeito Edinho Araújo.

As empresas selecionadas de acordo com os Editais 001/2018 e 002/2018 e poderão desfrutar de diversos benefícios oferecidos, como por exemplo: infraestrutura adequada com estações de trabalho compartilhadas, mesa de reunião compartilhada, sofás, cadeiras e poltronas, auditório, internet e telefone. Também serão oferecidos serviços administrativos e técnicos como: portaria e recepção, consultorias técnicas, apoio e orientação. Tudo isso em um ambiente favorável ao desenvolvimento empresarial, de forma acelerada, competitiva e sustentável.

Para ter acesso a todos esses serviços, os empresários do Centro Empresarial, desembolsarão apenas R$ 24 por metro quadrado no primeiro ano. No coworking a taxa varia de R$ 250 a R$ 400 de acordo com o número de posições de trabalho.

As empresas podem ficar no Parque Tecnológico desfrutando desses benefícios entre 1 e 3 anos, dependendo da modalidade. Para as empresas que estão na modalidade pré-incubação o tempo máximo é de 12 meses, já para as empresas que estão em incubação, o prazo máximo é de 36 meses.

O parque tecnológico é gerido pela Empro, mas todas as decisões são tomadas por um conselho formado por representantes do poder público, representantes do segmento educacional e representantes de entidades empresariais.

“O Parque Tecnológico não é da Prefeitura, ele é de todos os segmentos da sociedade. Nenhuma decisão é tomada apenas pelo poder público. Temos um conselho que se reúne periodicamente e define os próximos passos para o Parque. Isso é transparência e democracia”, afirmou o prefeito.

O deputado estadual Orlando Bolçone ponderou: “No parque teremos a integração universidade/empresa /poder público estadual e federal então a ideia dessa integração é que as cidades mais desenvolvidas só vão continuar desenvolvidas se tiverem essa visão voltada para tecnologia, voltada para ciência. O papel que tiveram os Distritos Industriais no passado, há dez anos, agora são os Parques Tecnológicos”.

 

Por Mariane DIAS 

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