Redes Sociais dão nova cara para eleições em 2018

As redes sociais estão em alta e com maior acesso com a proximidade das eleições, é observado a quantidade de imagens, vídeos e outros instrumentos da internet aparecem em feeds de notícias de todo brasileiro.

Vários motivos levaram candidatos a aderir à ideia. Além do poder que elas têm em atingir em um grande número de pessoas por um custo inferior, as propagandas online também permitem que o candidato tenha maior objetividade com a escolha direta do seu target (público alvo).

A propaganda online tem o poder de ter um meio de comunicação instantâneo em mãos. O candidato pode direcionar o seu conteúdo para pessoas que realmente têm interesse no seu perfil, a comunicação é mais estratégica e direcionada.

Mas os folhetos, que são popularmente chamados de santinhos, não deixarão de existir. Os folhetos ainda são uma ferramenta muito forte.

Emerson Morais é diretor da Wide Comunicação, há 13 anos trabalha com redes sociais, já participou de campanha local, regional e estadual, além de campanhas para entidades do 3º setor. Com todos esses anos de experiência o profissional acredita que em médio prazo as redes sociais, assim como outras mídias digitais, serão cada vez mais utilizadas no meio político, pois permitem que valores sejam otimizados e uma maior quantidade de pessoas impactadas. Emerson também dá uma dica para os eleitores que acompanham seus candidatos por redes sociais, principalmente no Instagram. “Antes de decidir por um candidato, o eleitor deve prestar muita atenção na quantidade de seguidores do candidato e se essas pessoas são participativas, pois candidatos com muitos seguidores e pouca interação, pode ser sinal de compra de seguidores fakes, o alto número de pessoas em suas redes não significa que ele é bem aceito”, diz Moraes.

Mas no meio de tanta evolução e vantagens, as redes sociais podem esconder alguns perigos para os candidatos. A internet é um canal bilateral, o candidato recebe em tempo real o posicionamento do público, o que pode não ser muito positivo caso não conte com uma equipe com expertise para gerenciar crises on-line e responder seus eleitores de forma rápida e proativa. (Colaborou: Thais Lobato)

 

Da REPORTAGEM

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