Psicóloga dá dicas de atividades para as crianças durante o isolamento social

Especialistas orientam que durante o isolamento social é importante buscar maneiras para se distrair e também criar uma nova rotina. Para as crianças, no entanto, pode ser um trabalho um pouco mais difícil. Os pais, avós e responsáveis devem criar uma rotina de brincadeiras e atividades para que não fique ociosa.

A psicóloga e pedagoga Carolina Rebelato Paludetto Celestrini, de Olímpia, explica quais são as melhores alternativas para os pais seguirem durante este período.

Dhoje Interior

“Durante este período em que estamos todos, ou a maioria, em casa é importante manter uma rotina. Até porque muitos pais estão trabalhando na residência. É importante ter o horário de dormir e acordar, horários das refeições, horário do banho, da brincadeira, do filme e até mesmo do estudo. Não podemos esquecer que neste momento era para as crianças estarem recebendo estímulos diários, necessários para o bom desenvolvimento. E já que as aulas estão suspensas é imprescindível que essas crianças mantenham seu desenvolvimento recebendo os estímulos em casa”, frisa a psicóloga.

Ana Maria Almeida Lima, é avó de Valentina, 6 anos, e Bernardo, 4 anos, e está ajudando a cuidar dos netos durante este período. “Ajudo eles a fazerem a tarefa escolar. Fazemos brincadeiras, como bobinho, bola, futebol, e assim vamos seguindo. Tem horário de assistir televisão, brincar e estudar,” frisa Ana Maria.

Algumas dicas para que as crianças não fiquem paradas:

Bebês: brincar deitadinho no chão, com brinquedos coloridos, com som, luz e movimento.
Crianças de 2 a 4 anos: brincar de desenhar, massinha colorida, quebra-cabeça e amarelinha.
De 5 a 7 anos: brincar com letras e números, brincar na água, jogar bola.
De 8 a 10 anos: quebra-cabeça do corpo humano, jogos de tabuleiro, jogos de cartas.
Acima de 11 anos: jogos de tabuleiro mais complexos, quebra-cabeça de estados e capitais, brinquedos robóticos.

“Aproveitem o distanciamento social para curtir em família! Faça deste um momento divertido e prazeroso”, conclui a psicóloga Carolina.

Isabela MARTINS