Procon notifica mais 20 por preço abusivo nos alimentos em Rio Preto

Preço do arroz chegou a R$ 29,99 em Rio Preto. Foto: Claudio Lahos

O Procon-SP segue fiscalizando estabelecimento comerciais em todo o Estado por aumento injustificado no preço de alimentos. Segundo a última atualização do órgão, 514 supermercados já foram notificados em São Paulo. Na região, o Procon notificou recentemente estabelecimentos de Tanabi e Monte Aprazível, além de São José do Rio Preto.

Em Tanabi, foram quatro supermercados notificados, onde foram flagrados pacotes de 5kg de arroz sendo vendidos a R$ 33,99. O preço máximo do óleo (embalagem 900ml) encontrado no município foi de R$ 7,29. Já em Monte Aprazível foram oito estabelecimentos autuados, sendo que o preço máximo encontrado para o arroz foi de R$ 31 e de R$ 7,39 para o óleo.

Dhoje Interior

Em Rio Preto, mais 20 supermercados entraram na lista dos notificados, totalizando 25. Os maiores valores encontrados no município seguem sendo de R$ 29,99 para o arroz e de R$ 6,99 para o óleo. O Procon de Rio Preto até esta terça-feira (29) contabiliza 14 consultas simples feita por consumidores sobre preços abusivos de alimentos.

“Os supermercados notificados tem um prazo de sete dias para apresentar as notas fiscais de compra e venda dos últimos três meses dos itens. Com isso, será feita uma avaliação para determinar se a margem de lucro do proprietário teve um aumento justificável. Caso isso ocorra, eles responderão a processos administrativos. É importante destacar que o preço alto de um determinado produto nem sempre é culpa do dono do supermercado, já que fornecedores podem ter elevado os preços”, afirmou Alexandre Cavalheiro, coordenador regional do Procon.

Rio-pretenses que desejam fazer algum tipo de denúncia podem entrar em contato pelo Whatsapp (17) 99627-0528. No Procon-SP as denúncias podem ser feitas via internet (www.procon.sp.gov.br), aplicativo – disponível para Android e iOS – ou via redes sociais; para as denúncias, marque @proconsp, indicando o endereço ou site do estabelecimento.

Por Vinicius LIMA – redação Jornal DHoje Interior