Prefeito de Mirassol anuncia que vai pagar 50% do transporte de universitários

Em reunião realizada com membros da Associação dos Estudantes Universitários de Mirassol (Asseumir) o prefeito André Vieira anunciou que pagará pelo menos 50% do transporte dos estudantes. De acordo com ele, o município vai passar uma verba de R$ 415 mil para esses gastos.

O prefeito André Vieira, anunciou ontem que a Prefeitura de Mirassol vai pagar 50% do valor gasto pela Associação dos Estudantes Universitários de Mirassol (Asseumir) com o transporte de alunos para instituições de ensino superior e cursos técnicos. Isso beneficiará os estudantes que utilizam o transporte para estudar em Rio Preto e região.

De acordo com Vieira, o município vai repassar à Associação R$ 415 mil anualmente para custear os gastos com o transporte de 500 alunos que estudam em diversas faculdades e escolas técnicas nos períodos diurno e noturno.

O prefeito ainda ressaltou a importância dessa contribuição para viabilizar o transporte dos universitários e estudantes de cursos técnicos. “Esse subsídio ao transporte dos estudantes é uma maneira do município contribuir com o desenvolvimento profissional dos mirassolenses. Sabemos das dificuldades que a maioria enfrenta, principalmente para pagar os cursos e a locomoção até os outros municípios. Dessa forma, temos que investir em ações como essa para colaborar com todos”, fala.

A Associação fornece uma van para Votuporanga, um ônibus para Monte Aprazível e 10 ônibus para Rio Preto.

O vice-presidente da Associação, Luiz Adriano Figueiredo, afirma que em 2017, os gastos com os ônibus ultrapassarão os R$ 830 mil. “A empresa contratada para transportar os alunos reajustou o valor cobrado, justificando aumento nos custos operacionais.”
Ele ainda ressalta que há dois anos o valor que os estudantes pagam não era aumentado, mas aconteceu um reajuste feito pela empresa responsável pelos ônibus e, por isso, a instituição precisou reajustar o preço da contribuição feita pelos universitários. “Podemos dizer que se o prefeito não nos ajudasse, teríamos que arcar com 100% dos gastos”, finaliza Figueiredo.

 

Por Franklin Catan

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