Prefeito de Ipiguá se defende sobre falta de pagamento em rodeio

Na noite de sábado, o evento reuniu cerca de cinco mil pessoas

Interrompido por seguranças e bombeiros civis, que alegavam falta de pagamento, o show da dupla Fiduma & Jeca, no último sábado, durante o 2º Rodeio Show Ipiguá, segue rendendo. Desta vez, o prefeito da cidade, Emilio Pazianoto (SD), resolveu se defender das acusações de não pagamento e culpou Júlio Magalhães de ter recebido o dinheiro e não ter pagado os artistas, funcionários e bombeiros.

“Os seguranças foram contratados pelo Júlio Magalhães, o trabalho do Júlio foi terceirizado por mim, eu dei R$ 80 mil para ele organizar toda a festa desde contrato de show, a praça de alimentação do local. Então, o show era por conta do Júlio, somente as premiações que seriam pagas por mim, eu tenho tudo em contrato”, afirmou o prefeito, que detalhou o caso.

“Os shows aconteceram nos dias 11, 12, 13 e 14 de outubro. Somente dois dias é que a portaria era paga. No dia 13, no show do Mato Grosso e Mathias, a assessoria do cantor informou que não haveria show porque o Júlio não havia pagado todo o valor negociado. O valor do show era de R$65 mil. O Júlio pagou apenas R$ 28 mil, ou seja, para ter festa eu desembolsei a diferença e teve o show sem problemas”, disse Emilio Pazianoto, que continuo.

“No dia seguinte, no show do Fiduma e Jeca, a quantia do show era de R$ 55 mil e o Júlio deu apenas 27 mil. Novamente eu paguei a diferença. Foi quando no momento do show os seguranças subiram no palco e não deixaram os cantores terminarem o show. Segundo informações que chegaram até mim, eles cantaram de cinco a seis músicas e foram interrompidos pelos seguranças. Se eu tivesse no momento eu teria contornado a situação. O que os seguranças fizeram é irregular. Pensei em algo e não deu certo e o prejuízo ficou pra mim. É a imagem da prefeitura e as pessoas não querem saber se foi empresa terceirizada ou não”, finalizou.

 

Por Mariane DiasMarcelo SCHAFFAUSER

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