Prédio do ARE será Centro de Especialidades em Reabilitação Municipal

No lugar do Ambulatório de Especialidades (ARE) que deverá ser totalmente desativado nos próximos dias em Rio Preto, funcionará o Centro de Especialidade em Reabilitação Municipal (CER II) que será transferido para o local, atendendo pessoas com deficiências físicas e disfunções permanentes ou transitórias, além de pacientes autistas. A data para a inauguração ainda não foi definida e antes o prédio deverá passar por uma reforma.
Atualmente os atendimentos são feitos em um prédio alugado, no bairro Nova Redentora, e com a mudança passará a ser em um prédio próprio da prefeitura. O antigo Núcleo Municipal de Reabilitação (NMR), será renomeado após mudar para o prédio do ARE. Os atendimentos abrangem pacientes do município e de mais 102 cidades da região.
Os serviços oferecidos são Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Ortopedia, Fisiatria, Serviço Social e a dispensação de Órteses, Próteses e Meios Auxiliares de Locomoção, como cadeiras de rodas e muletas. O atendimento ocorre de forma interdisciplinar, com foco na reabilitação, visando a integralidade do indivíduo, sua máxima autonomia e independência, até o alcance da meta funcional estabelecida pela equipe, de acordo com o prognóstico de cada paciente.
O Centro de Reabilitação está vinculado ao Departamento de Atenção Especializada da Secretaria Municipal de Saúde e para acessar o serviço é preciso encaminhamento por meio de Guia de Referência e Contra Referência da Rede SUS municipal.

Pelos próximos 40 dias

Mesmo com a inauguração do Centro Médico de Especialidades (CME) na próxima segunda-feira (08), a única especialidade que continuará atendendo no prédio do antigo ARE será oftalmologia. O município aguarda a chegada dos novos equipamentos que já foram comprados, para serem instalados no novo local, que será no Plaza Avenida Shopping. A espera pode chegar a 40 dias.
Os demais pacientes já estão recebendo as guias médicas e sendo orientados sobre a mudança do ARE para o CME.

Por Priscila Carvalho – Redação Jornal Dhoje Interior

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