PP, um ‘nó’ entre PSB e PSDB

^68AAA412F3BC225E732591B82A0D4CE95C55FFA49F7560F5F2^pimgpsh_fullsize_distrEstá difícil para o PP saber onde vai se posicionar dentro do grupo do prefeito Valdomiro Lopes. Desde o início da última semana, o PSB tenta posicionar o partido junto com o PSDB, mas encontra rejeição. Segundo pessoas ouvidas pela reportagem, este é o posicionamento mais lógico, tendo em vista a repulsa dos aspirantes a vereador do PSB em admitir uma coligação com candidatos com possibilidade de fazer mais votos na eleição. Mas, diante deste cenário indefinido, há a possibilidade, ainda que remota, do partido de Pauléra voltar com o grupo.
Para tentar acalmar os ânimos, Alex Sandro de Carvalho, homem forte do grupo de Valdomiro Lopes (PSB), foi escalado novamente e teve conversas em separado com César Gelsi (PSDB), Paulo Pauléra e Gérson Furquim (PP). Perguntado se poderia haver alguma surpresa, foi enigmático. Disse apenas que “Até a meia-noite do dia 5 (data da convenção dos partidos) é dia”. Na saída do plenário, Alessandra Trigo (PSDB) foi questionada sobre a possibilidade, mas foi sucinta “Nada a comentar”. Gelsi seria outro que estaria extremamente irritado com a possibilidade.
Segundo os próprios parlamentares a decisão caberá aos caciques dos partidos, Vaz de Lima, Paulo Pauléra e Valdomiro Lopes. Com isso, o discurso para repelir os partidos perdeu força, como disse José Carlos Marinho (PSB). Antes rígido, especialmente quando havia a possibilidade do PTB se coligar com o PSB, agora, já ficou mais “calmo”. “Sou apenas um soldado. Quando o coronel manda lá em cima a gente fica quieto”, filosofou.
Ainda assim, seguindo a lógica do partido, tudo deve ficar para a última hora, mesmo, no dia 5 de agosto.

Por Lucas Israel

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