Polícia Federal realiza simulação de segurança no aeroporto de Rio Preto

De acordo com o agente da Polícia Federal e coordenador do evento, Danilo Campetti, a simulação tem como intuito avaliar as condições oferecidas pelo aeroporto em caso de risco de crise aeroportuária.

Aeroporto de Rio Preto foi palco para a realização do Exercício Simulado de Apoderamento Ilícito de Aeronave, na tarde de ontem. A ação durou, aproximadamente uma hora e meia e envolveu cerca de 60 oficiais de equipes como Samu, Polícia Militar, Polícia Civil, Águia, Polícia Rodoviária Federal e Corpo de Bombeiros, sob a coordenação da Polícia Federal.
De acordo com o agente da Polícia Federal e coordenador do evento, Danilo Campetti, a simulação tem como intuito avaliar as condições oferecidas pelo aeroporto em caso de risco de crise aeroportuária.

“O intuito principal avaliação das dependências e condições que o aeroporto nos fornece, para as agências policiais, empresas e toda a sociedade aeroportuária, par que se por ventura acontecer uma situação dessas, que a gente tenha a condição de resposta”, explicou.

A história da simulação foi de que uma organização criminosa pretendia roubar um carro forte que estava nas dependências do aeroporto e o grupo acabou rendendo os passageiros que estavam em um avião na pista. Na ação fictícia os criminosos usaram explosivos, que vitimaram quatro seguranças do carro forte e deixou um em estado grave. Após o desenrolar da negociação, os quatro assaltantes foram presos pela polícia.

Com o final da simulação o delegado da Polícia Federal, André Previato, atestou que o
aeroporto rio-pretense é seguro. “Vimos que o aeroporto é seguro, provido de todas as
necessidades básicas para um sinistro, como de hoje”. O delegado ainda destacou
que ações como esta servem para o entrosamento entre as corporações. “O exercício serve para que as forças policiais se olhem no olho, estejam juntas, todos parceiros e o objetivo comum é o cidadão.

Essa integração é muito importante, além do exercício, serve também para uma integração entre os órgãos e quebrar o gelo da situação, pois no fundo somos todos policiais”, concluiu Previato.

Por Priscila Carvalho

 

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