Para honrar partido, presidente do PSL, Paulo Bassan, não descarta candidatura em 2020

Desde que algumas mudanças começaram a ser colocadas em prática na Nova Política Brasileira, partidos e políticos começaram a articular como deve ser o desenho das próximas corridas eleitorais.

A queda no número de legendas e de candidatos é dada como certa para muitos especialistas e também políticos que estão em atividade. No entanto, a entrada de novos nomes deve ser uma constante nesse novo trajeto; pelo menos, é o que prevê o presidente do PSL de Rio Preto, Paulo Bassan, que assumiu, há pouco mais de 70 dias, o cargo na cidade.

Sobre uma possível disputa ao Paço Municipal, o presidente do PSL disse que ainda não existem conversas a respeito, e que as reuniões sobre estes pontos ainda acontecerão. Quando perguntado sobre ser um possível candidato nas próximas eleições, Bassan se colocou como “um homem de partido”.

“Não é meu interesse, não é algo que eu almeje, mas caso o partido precise, estarei à disposição para cumprir com minhas obrigações enquanto representante”, sinalizou.
Bassan ainda comentou como o cenário político deve se desenhar em 2020. Segundo ele, alguns nomes mais antigos não devem conseguir se manter na corrida e isso deve dar um impulso maior para os mais novos.

“A gente tem uma análise ainda superficial da situação, mas não deve se desviar muito disso. Partidos menores não devem vir com tantas pessoas e os maiores selecionarão melhor seus candidatos. Uma renovação muito grande deve acontecer aqui (em RP) da mesma maneira como aconteceu em âmbito nacional”, prevê.

Questionado a respeito das movimentações que o PSL tem feito na cidade, Bassan não entrou em detalhes, mas garantiu que “o PSL já tem ao menos oito nomes confirmados para o ano que vem e que, dos 26 nomes que a legenda deve lançar em 2020, entre sete e oito são mulheres”.

“Estamos bem alinhados em relação a esse número, estamos colocando a casa em ordem”, ressaltou ele, afirmando que agora o PSL começa a ter representatividade e maior expressão na cidade.

Bassan não mencionou nomes, mas há a certeza de que, Jean Dornelas, atualmente sem partido, é um dos 26 nomes que devem disputar as eleições no próximo ano.

Por Ygor Andrade

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