Olímpia: Museu de História e Folclore é reaberto em outro prédio histórico

O Museu de História e Folclore “Maria Olímpia” reabriu suas portas na manhã de segunda-feira, dia 5, em outro prédio histórico. Trata-se da antiga residência localizada na Rua David de Oliveira, nº 92, cujo proprietário faz parte da história de Olímpia e inclusive dá nome à rua onde se encontra a edificação.

Na cerimônia de abertura estiveram presentes: o prefeito Fernando Cunha, a secretária de Cultura, Esportes e Lazer, Tina Riscali, o secretário de Turismo, Selim Jamil Murad, a diretora do Museu, arquiteta Rosely Mayse Senno, o ex-prefeito José Fernando Rizzatti, o vereador José Elias Morais, o Zé das Pedras, a equipe da secretaria de Cultura, Esportes e Lazer e membros do Conselho Municipal de Cultura.

O Frei Mauro Luiz Oliveira, da Paróquia de Nossa Senhora Aparecida, atendendo ao convite da secretária, participou do ato solene e abençoou a nova casa. Toda a cerimônia foi acompanhada com muita emoção pelos netos de David de Oliveira – Rodrigo, acompanhado da esposa Rosana, e Biba.

“A sugestão da casa de David de Oliveira foi do próprio prefeito Fernando Cunha, porque esta casa está situada numa região histórica da cidade”, disse a secretária de Cultura, Esportes e Lazer, Tina Riscali.

De acordo com a secretária, as mais de três mil peças que compõem o valioso acervo do Museu foram transferidas de local sob a orientação da arquiteta Rosely Seno, especialista em restauro e diretora do Museu.

“Todo esse trabalho de transferência do acervo teve que ser minuciosamente estudado e embalado para que as peças não sofressem danos. No novo local, a disposição das peças que compõem o acervo foi dividida em dois grandes grupos para melhorar a compreensão dos visitantes: história de Olímpia e o Folclore, ainda com um espaço especial para o idealizador do Festival do Folclore, professor José Sant´anna”, disse a arquiteta.

Ainda segundo Rosely, o objetivo é oferecer segurança e melhor atender a população e os turistas que se encantam com o valor histórico do lugar.

Para o prefeito, a região onde está situada a casa da família Oliveira, no chamado Centro II, será toda transformada, começando pela revitalização da Avenida dos Olimpienses. “A transformação do local contempla o trecho da avenida entre a Rua David de Oliveira e a Avenida Deputado Waldemar Lopes Ferraz. A meta é de que, até o fim do ano, o espaço seja revitalizado e ofereça estrutura com água, esgoto, iluminação e disponibilização de energia para receber feiras e eventos da cidade, como encontros de carros, feiras de food trucks, entre outros”, explicou o prefeito.

A área também terá sanitários, sala de receptivo turístico, paisagismo e uma ponte histórica de ferro, que está abandonada em Baguaçu, será restaurada e implantada no local para permitir a passagem de veículos, ligando a Rua 9 de Julho sobre a avenida.

Outra obra importante que contemplará aquela região é a construção do Centro Cultural, na antiga Estação Ferroviária. O projeto prevê a preservação e o restauro de características originais do prédio da Estação, que irá abrigar as seguintes alas: Cultural (pinacoteca), Alimentação (dois vagões restaurantes), Infantil, Artesanato e espaço para apresentações, com palco e estrutura que faz referência a um coreto. “Esse lado da cidade tem tudo a ver com cultura, com a preservação da nossa história”, observou o prefeito.

E por fim, outra novidade anunciada por Fernando Cunha é a criação de um Museu de Arte Sacra, que funcionará no prédio do antigo Museu de História e Folclore (imóvel da família Tonanni). O local, onde fica também a Maria Fumaça, passará por reforma e restauração.

Da REDAÇÃO

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