O crescimento dos cães de companhia na famílias brasileiras

Você já deve ter ouvido o termo “o cão é o melhor amigo do homem”, esse ditado se torna verdadeiro quando falamos dos Cães de Companhia. Atualmente no Brasil, 44,3% dos domicílios possuem pelo menos um cachorro, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse numero varia entre pessoas, casadas, solteiras, que moram sozinhas ou com os pais, o que não se pode duvidar, é que os bichinhos estão sendo uma opção muito aderida para se dar e receber carinho.

O motivo desse crescimento em adoção de cães, se da por o carinho e companheirismo que eles podem oferecer ao seu dono, segundo especialistas um cãozinho pode ser companheiro fiel, até a morte, dele ou de seu dono.

Para Thales Godinho, dono de um Maltes. “Ter um cão de companhia, é bom para dar carinho, atenção e até mesmo dividir a cama” e ele completa, “em casa moramos eu minha mãe e o Billy, isso é pouco, mas é uma família pra mim. Algumas vezes ele me via chorando quando mais novo, então chegava perto e mim e começava a me cutucar com a patinha, se deitava ao meu lado e ficava até eu ficar bem”

Mas afinal, o que é um Cão de Companhia?

Os cães de companhia são geralmente cães de índole social boa, o que se espera desses cães é a sociabilidade com os de casa. Raças não delimitam um comportamento no cãozinho, mas traça qual pode ser o nível de socialização com pessoas e outros cães. As raças mais populares de pequeno porte são: Spitz alemão anão, Buldogue francês, Pug, yorkshire, Maltes, Shih-Tzu , Collie, Golden, etc.

“As raças de porte pequeno, são indicadas para quem tem um ambiente pequeno e que não pode fazer tanta atividade com o peludo. Já os de porte médio e grande, são indicados para quem tem maior espaço em casa e pode fazer mais atividade externa como passeios e corridas” indica o adestrador Emerson Junior da equipe AlphaDogs.

Quais cuidados são necessários?
“Cães de pequeno porte requer uma atenção maior quanto a cuidados com higiene, saúde, alimentação e atenção. Já com maiores, os cuidados são mais específicos em saúde dos ossos, pelagem e alimentação balanceada para não potencializar a queda de pêlos” completa Emerson.

Beatriz Gussonati é dona de Marley e Hanna um casal de yorkshire. “Meus cachorros são meus companheiros, eles me alegram e me ensinam o amor em sua essência mais pura e fiel, eu sinto no dia a dia, eles me esperam chegar e quando chego, fazem a festa. É nítido o apego deles comigo, quando ao menor sinal de perigo eles vem me proteger, começam latir e até morder quem ameaça me machucar”

Alguns cães tem tanto afeto, que desenvolve um comportamento agressivo quando tem que dividir a atenção de seus donos, como é o caso de Meg, uma Shih-Tzu de três anos. “ Tenho com a Meg, uma relação de muito apego, nós -a temos com uma filha. Ela tem muito ciúmes, de cachorros ou pessoas diferentes. Não pode entrar ninguém diferente em casa, que ela fica enciumada, começa a latir e tenta até morder a pessoa. E por incrível que pareça, ela só dorme se for comigo e meu marido na cama.

Esse amor transmitido por eles, podem até ajudar pessoas que se encontram em estado de depressão e ansiedade, a Associação Americana de Saúde do Coração, ligou o convívio com animais de estimação, especialmente cães, com o risco reduzido de doenças cardíacas, isso se da por o aumento de atividades físicas que são feitas com os animais ou até mesmo por a companhia que eles trazem ao seu dono. (Colaboração:Thais Lobato)

 

Da REPORTAGEM

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