MP entra com ação por improbidade contra envolvidos no escândalo da Emurb

O promotor de justiça Cláudio Santos de Moraes entrou na tarde desta quinta, dia 3, com uma ação civil de improbidade administrativa contra dez envolvidos no que ficou conhecido como o escândalo da Área Azul Digital.

A ação, que será julgado pelo juiz da 1ª Vara da Justiça Federal, Adilson Araki Ribeiro, indica como réus empresas e seus responsáveis, mais gestores da Emurp, que tiveram participação na licitação de compra e gerenciamento do aplicativo para a processo digital de controle da área azul.

Entre os responsabilizados estão a Marbell Teleinformática, Roberto Carlos Ferreira Da Silva, Fany Cristina Warick, Fany Cristina Warik Me, Liszleila Reis Abdala Matingo, Ubiratan Silveira Garcia, Vânia Pelegrini Bucater, Roberta Nunes Ferreira Costa, Wagner Rodolfo Costa e Innovare Cartuchos e Suprimentos para informática. Esta última foi a vencedora da licitação sobre a qual se constatou fraude. Fany e Liszleila são mulher e irmã, respectivamente, do ex-secretário de Desenvolvimento Liszt Abdala, que foi considerado inocente nas sindicâncias e investigações internas. O valor da ação é de R$ 79 mil. Além do reparo aos cofres públicos, a condenação implica em impedimento de contratação com o poder público.

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