Ladrões furtam R$ 346 mil de agência bancária dentro do Ceagesp

Criminosos furtaram R$ 346 mil da agência bancária Santander, na manhã da última segunda-feira, em Rio Preto. O furto aconteceu na agência localizada dentro do Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo).

De acordo com o boletim de ocorrência, o gerente havia fechado a agência na última sexta-feira, no fim da tarde, porém, ao chegar ao local na manhã de ontem, constatou que sua chave não abria o local. Após chamar o chaveiro e fazer o reparo notou que o interior da agência havia sido arrombada e os três caixas eletrônicos abertos com furadeiras.

Foram levados R$ 346 mil e a CPU de monitoramento das imagens de segurança. Além disso, a central de alarmes foi danificada. De acordo com o boletim de ocorrência, às 4h, ocorreu um disparo de alarme e um funcionário de monitoramento foi até a portaria do Ceagesp verificar o que havia ocorrido, momento em que o funcionário da guarita informou que estava tudo normal, alegando que naquela noite uma queda de energia tinha ocorrido no local.

O gerente da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), Marcelo Orsini, informou que a queda de energia não foi o fator facilitador pela invasão dos criminosos. “A queda de energia foi de 30 segundos, nada relevante para que não funcionasse o sistema de segurança, até mesmo porque quando cai a energia o alarme da agência bancária automaticamente dispara. Temos quatro profissionais de segurança no Ceagesp, a portaria sempre tem um profissional”, explica Orsini.

A assessoria do banco Santander informou que está colaborando com as investigações policiais. O local permaneceu fechado, ontem, e como alternativa a agência orientou os clientes a utilizarem o serviço da agência da avenida Bady Bassitt, 4747, localizado no Centro Rio Preto .

Após o crime as equipes da perícia e o delegado de plantão estiveram no local. Até o fechamento desta edição nenhum suspeito havia sido preso.
A Polícia Civil de Rio Preto tenta identificar os bandidos.

 

Por Mariane Dias

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