IRMÃO DE QUATRO PATAS

Esse mês comemora-se o Dia do Irmão (celebrado ontem) e a data reforça a mudança de comportamento dos lares brasileiros em, cada vez mais, humanizar o relacionamento com os pets, prova disso é a crescente preocupação e demanda de seus proprietários com a saúde, o bem-estar, a alimentação e o emocional de seus filhos, sejam eles crianças, cachorros, gatos ou outros animais de estimação.

A DrogaVET, líder em manipulação veterinária no País, aproveita o momento para informar as vantagens da relação entre os pets e as crianças, que, quando são filhos únicos, encontram, na convivência com os bichinhos, um sentimento de irmandade e cumplicidade. “A chegada dos cães nos lares é muito benéfica para o desenvolvimento social, emocional e físico das crianças. As brincadeiras e interações, por exemplo, trazem melhorias nas habilidades motoras dos pequenos. Além disso, inserir o filho nos cuidados diários com os animais é uma forma de ensinar valores importantes, como: responsabilidade, respeito e afeto”, afirma a farmacêutica da DrogaVET, Daiane Kasecker.

Nesse contexto, a especialista afirma que a saúde tanto das crianças, como dos cães deve ser uma preocupação constante, para evitar a transmissão de possíveis doenças para as crianças e não agravar o quadro clínico do animal. “Para melhor convivência é importante que tanto os peludos quanto as crianças estejam com as vacinas e check-ups em dia”, afirma a especialista.

No caso de algo mais sério, como a internação ou mesmo o falecimento do pet, os pais devem ser honestos com as crianças e explicar o que está ocorrendo. “Omitir as informações pode causar traumas, pois a relação de ambos, em geral, é muito próxima”, pontua Kasecker.

Do outro lado, nos casos em que a criança se ausentar por um longo período, seja por viagens escolares ou férias, os bichinhos também podem sofrer com a falta do companheiro humano, apresentando sintomas de doenças, como, por exemplo, depressão e estresse. Brincadeiras, passeios e interações com os cães podem fazer com que eles sofram menos com a ausência dos pequenos.

A farmacêutica ainda alerta que a chegada de um cãozinho após o nascimento do filho pode assustar a criança, fazendo com ela desenvolva cinofobia, fobia de cães caracterizada por tremores, sudorese excessiva, crises de choro e aceleração cardíaca, independendo da raça ou tamanho do cão. O contrário também pode ocorrer, quando o PET é surpreendido pelo nascimento de um bebê, causando insegurança e estresse. “Em ambas as situações é importante que os tutores iniciem o convívio entre animais e crianças aos poucos, para que todos se sintam seguros na presença um do outro”, alerta a especialista informando também que ao levar todos esses cuidados em consideração, os tutores podem ter a certeza de que o cão será a melhor companhia que a criança poderá ter, compartilhando experiências, brincadeiras e passeios com o irmão de quatro patas.

 

Da Redação

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