Halloween movimenta o comércio em Rio Preto

Lojas apostam em produtos de Halloween para atrair clientes (Foto: Verônica Maestrella)

Doces, fantasias, magia e terror são algumas das características marcantes da celebração de Halloween, que é comemorado no dia 31 de outubro. Nos Estados Unidos, por exemplo, é uma  das celebrações que mais envolvem os moradores, em especial crianças e adolescentes que curtem vestir as fantasias e fazer as brincadeiras típicas da festa. Essa tradição tem feito sucesso nos últimos anos no Brasil. O dia 31 de outubro é a data de Halloween, ou dia das Bruxas.

Na loja AnimaFest,  desde a semana passada, havia procura intensa de pessoas por fantasias e acessórios. Os acessórios mais comuns são nariz de cera, kit de diabinha, os baldes de abóbora, as bruxinhas de enfeites, sangue falso,  lanternas de led, e as máscaras.

A comerciante Stefanie Caroline Brandão disse que mesmo as fantasias de  Alerquina, Coringa e  Malévola,  sendo as mais vendidas por conta dos filmes, principalmente quando estão no cinema. A procura das fantasias de  palhaços assassinos, abóboras e bruxas,  também é grande.

De acordo com a comerciante, nesta época do ano o Halloween movimenta muito a loja, e que, entre tantos itens, os acessórios e maquiagens, as fantasias acabam  liderando  as vendas, por conta das festas que a galera vão vestidos à caráter.

‘’Sempre tem pessoas que vem até a loja na última hora, adquirir seus acessórios e fantasias, então hoje, está havendo uma explosão nas vendas’’, finaliza.

Chandelle Fogaça, operadora de caixa, conta que todos os anos ela compra acessórios e fantasias para seus filhos. ‘’Eles sempre querem ir fantasiados à festa da escola, então já virou tradição, todo ano gastar um pouco a mais nesta data tão divertida.’’ comenta.

Doces ou travessuras geralmente é uma atividade típica na data do Halloween ou Dia das bruxas, feita por crianças ou jovens de todas as idades, aonde vão de casa em casa pedindo doces ou travessuras. Já quando falam ”travessuras’’ geralmente as crianças fazem uma pequena ”brincadeira’’.

Por Verônica MAESTRELLA

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